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Investidores disputam a maior fonte de lucro dos bancos e faturam alto emprestando dinheiro

Uma modalidade de investimento de renda fixa, considerada altamente rentável e eficaz na estratégia de diversificação da carteira, está chamando a atenção de investidores que buscam ganhos bem acima do CDI. Conhecida como Peer to Peer Lending (P2P), ela permite o empréstimo de dinheiro para uma outra pessoa e a obtenção de ganhos superiores a diversas opções de investimento oferecidas pelos grandes bancos.

Rio de Janeiro, RJ | 13/03/2019

Uma modalidade de investimento de renda fixa, considerada altamente rentável e eficaz na estratégia de diversificação da carteira, está chamando a atenção de investidores que buscam ganhos bem acima do CDI. Conhecida como Peer to Peer Lending (P2P), ela permite o empréstimo de dinheiro para uma outra pessoa e a obtenção de ganhos superiores a diversas opções de investimento oferecidas pelos grandes bancos.

Emprestar dinheiro e cobrar juros era visto como um investimento somente para bancos ou para pessoas que se arriscavam ilegalmente nessa atividade. Mas, com a regularização das plataformas digitais de empréstimo entre pessoas, esse investimento tem se popularizado e se tornou um ativo importante na carteira de investidores com perfis mais agressivos.

As plataformas P2P baratearam os custos dos empréstimos pessoais, possibilitando aos investidores uma rentabilidade anual que pode chegar a 23% (ou 400% do CDI), já descontando o risco de inadimplência. Estes são números superiores à média dos ganhos com a renda fixa ao ano, que ficam entre 7% a 8%.

Nesse modelo que se caracteriza pelo oferecimento de crédito a um custo mais baixo ao tomador e pela alta rentabilidade a quem empresta, em troca da obtenção de juro, o investidor tem a oportunidade de se transformar em um banco. E adivinha de onde vem o maior lucro dos bancos? Do crédito à pessoa física.

Só em 2018, segundo o BC, as instituições financeiras tiveram um saldo de R$ 1,791 trilhão proveniente das operações de crédito para pessoas físicas, um crescimento de 8,6%.


Mais vantagens

Em investimentos P2P, o investidor disponibiliza o seu dinheiro diretamente para quem precisa. Dentre as vantagens desse investimento, além do seu retorno financeiro - já mencionado anteriormente -, está a rapidez do processo, que é todo online.

O investidor está no controle e, ao invés de passar por um processo longo e complexo de análise de crédito, ele conta com a tecnologia para agilizar a aprovação dos empréstimos. E como a operação não fica subordinada ao alto valor do spread brasileiro, o custo de toda a operação se torna bem menor.

Vale ressaltar que o investidor não está sujeito a nenhuma ilegalidade de agiotagem, pois as transações são feitas através de instrumentos legais, como Cédulas de Crédito Bancário (CCB), que o torna  dono do direito de recebimento dos juros do empréstimo.

Confiança do mercado

O mercado de empréstimo P2P deu certo. Esta é a opinião de muitos especialistas em crédito e isso pode ser comprovado com o grande interesse dos FIDCs nessa modalidade de investimento. Em parceria com algumas fintechs, esses fundos de direito creditórios têm conseguido melhorar os canais de aquisição de tomadores e obter elevados retornos financeiros.


Análises de crédito confiáveis


Vale lembrar, que ao investir em empréstimos, você corre o mesmo risco que um Banco, entretanto, para minimizar este risco, as fintechs contam com a mesma estratégia e tecnologia das grandes instituições financeiras, ou seja, a consulta de um Score Confiável, que usa o Sistema de Informações de Crédito do Banco Central (SCR) para avaliar a capacidade de pagamento do indivíduo.

Dessa forma, as pessoas podem emprestar dinheiro entre si com a mesma segurança, solidez e tecnologia para avaliação de risco dos grandes bancos e o mais interessante: pegar uma parte do lucro que ficaria com o banco.

“Hoje, qualquer pessoa pode emprestar dinheiro legalmente e receber juros. O investidor, além de além de auferir retornos maiores do que investimentos mais usuais nos bancos, também ajuda outras pessoas a alcançarem seus objetivos”, comenta Leonardo Rebitte, CEO da Mutual, plataforma líder em empréstimos entre pessoas.

A startup Mutual, logo em seu primeiro ano de operação, alcançou as marcas de mais 3.000 empréstimos e mais de R$ 4 milhões emprestados. Até o final de 2019, a meta é chegar à quantia de R$ 100 milhões em empréstimos.

Milhares de pessoas estão lucrando e outras milhares foram incluídas de volta ao mercado de crédito ao ter a oportunidade de quitar as suas dívidas com o dinheiro emprestado a juros menores. Outras estão realizando seus sonhos, montando o próprio negócio, reformando a casa e  investindo em educação e qualificação profissional. Todo esse volume foi apenas entre pessoas físicas e, em breve, pessoas jurídicas também poderão investir pelo aplicativo Mutual.



Website: http://www.mutual.club