Estadão - Aumento da dívida e juros altos é o maior problema do Brasil, diz S&P

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Veículo: Estadão
Data: 22/10/14
 
 
Aumento da dívida e juros altos é o maior problema do Brasil, diz S&P
 
RICARDO LEOPOLDO - O Estado de S.Paulo
 
A presidente para o Cone Sul da Standard & Poor's (S&P), Regina Nunes, afirmou ontem que o grande problema do País não é a questão internacional, mas sim a doméstica, especialmente o aumento da dívida pública e os juros altos. "O Brasil voltou a ter uma dinâmica de dívida crescente", comentou. "E esse crescente endividamento indica uma situação frágil. É preciso alongar o vencimento da dívida pública."
 
A executiva da agência de classificação de risco fez os comentários depois de participar de evento promovido pelo Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (Ibri). Segundo Regina Nunes, "é difícil o Brasil voltar a ser BBB sem melhora real da dinâmica da dívida pública." A nota soberana do País é BBB-, com perspectiva estável.
 
Foco. Ela acredita que as equipes econômicas dos dois candidatos ao Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB), estão cientes de que a gestão da política econômica vai atuar com o foco em buscar a estabilidade da dívida pública em relação ao PIB, fazer a inflação convergir à meta de 4,5% e elevar o patamar de crescimento do País.
 
"Com tudo isso, é possível ver que os investimentos de longo prazo vão avançar", destacou Regina. "É necessário atuar para a expansão dos projetos de infraestrutura em diversas áreas, como portos, aeroportos, rodovias e energia."
 
Indagada pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, se a perspectiva do País poderia se tornar positiva, caso essas condições favoráveis sejam registradas ao final de 2015, ela afirmou que sim. "Pode. Isso pode ocorrer em quatro ou cinco meses, não há um prazo definido. Mas é difícil", apontou.
 
Regina Nunes destacou que, independentemente de quem for o candidato vitorioso, o que será observado são os ajustes da economia. "Não avaliamos o rating de um país em função dos mercados. Temos nossas análises permanentes que embasam este trabalho", comentou.
 
Ela destacou que compete também aos parlamentares auxiliar o próximo governo na implementação de reformas macroeconômicas relevantes, como a tributária. "A simplificação de impostos vai desonerar os custos das empresas ao lidar com tributos, que são muitos altos", disse.
 
De acordo com a executiva da S&P, a agência não prevê nenhuma alteração da nota BBB- da Petrobrás. Ontem a Moody's rebaixou o rating da estatal para Baa2, com perspectiva negativa. "O rating da Petrobrás acompanha a nota soberana. A empresa realiza investimentos imensos, muito importantes para o Brasil, que tem o apoio de sua realização pelo governo."
 

 
Veículo: Brasil Econômico
Data: 22/10/14
 
 
US$ 100 bilhões estão no exterior à espera do novo governo brasileiro
A estimativa é do Bank of America Merrill Lynch, para quem os investidores estrangeiros esperam algumas definições para a economia brasileira, antes de trazer recursos de volta para o mercado de ações
 
Léa de Luca
lluca@brasileconomico.com.br
 
Depois de um período de dois anos em que o Brasil enfrentou o mau humor dos investidores, principalmente estrangeiros, está chegando a hora de atrair de volta US$ 100 bilhões que saíram das ações de empresas brasileiras, em fundos locais ou globais. O cálculo é do Bank of America Merrill Lynch (BofA), e foi divulgado ontem pelo estrategista chefe para mercados de ações para a América Latina da instituição, Felipe Hirai.
 
O executivo falou durante evento promovido pelo Instituto Brasileiro de Profissionais de Relações com Investidores (IBRI), em São Paulo. E a previsão de que o dinheiro quer voltar é compartilhada pelo gestor de fundos de ações João Braga (ex-Credit Suisse Hedging Griffo, e futuro sócio da XP) e Regina Nunes, presidente da Standard & Poor's (S&P) para o Brasil e para o Cone Sul, que também participaram do debate ontem. Os três consideram, porém, que o dinheiro só volta para o mercado acionário brasileiro quando o governo, seja ele qual for o presidente - Dilma Roussef, do PT, ou Aécio Neves, do PSDB - der sinais inequívocos de que vai promover as reformas e ajustes necessários para retomar o crescimento, reduzindo gastos públicos e a inflação.
 
"Somente neste ano, saíram R$ 12 bilhões dos fundos de ações locais; e nos últimos dois anos, US$ 10 bilhões saíram de ações brasileiras que estavam em fundos globais", diz Hirai. "O investidor vai voltar, mas não sem saber o que vai acontecer. Pode demorar ou não. O mercado vai esperar dados mais concretos e ações antes de apostar".
 
"Pode ser pela reforma da Previdência, pela desvinculação do direcionamento da arrecadação de impostos, pela volta da inflação ao centro da meta; qualquer coisa que aponte intenção de reduzir o Custo Brasil", diz Regina. Além do dinheiro para ações, a executiva diz também que o país precisa atrair investimentos de longo prazo para a infraestrutura, e para isso será preciso dar sinais de que está disposto a remunerar o capital com taxa de retorno atraente de acordo com o risco.
 
"Ninguém vem aqui fazer caridade", concorda Braga. "Eventualmente, alguma empresa chinesa que quer vir de qualquer maneira para fincar o pé aqui". Segundo o gestor, de 2012 para cá a negociação do governo com os investidores até melhorou "um pouco". Mas é preciso esperar para ver como será com o novo governo. Será preciso medir cada micromovimentação do governo", diz. Enquanto isso, ele recomenda continuar deixando o máximo possível do patrimônio dos fundos de ações (30%) em "cash": "O CDI paga excelentes dividendos no Brasil", diz, referindo-se, ironicamente, à alta remuneração dos juros diários. "Ganhar é bom, mas não perder é fundamental". Para ele, os preços de uma cesta de diferentes ativos que acompanha mostra que a atual presidente tem 65% de chances de ganhar as eleições.
 
Regina informou também que a S&P não tem um prazo para rever o rating soberano do país - que foi rebaixado a BBB- em moeda estrangeira, e a BBB+ em moeda local, com perspectiva estável. Mas informou que a agência de classificação de risco de crédito analisa os ratings continuamente, principalmente quando há algum fato novo a considerar - como o anúncio de uma nova equipe econômica, que com certeza acontecerá em breve, seja qual for o presidente vencedor das eleições de domingo próximo. "O rating soberano reflete a capacidade do país pagar suas dívidas, mas também é afetado positivamente pela capacidade do país atrair mais investimentos", diz. "Mas não muda em função de credibilidade; muda apenas com fatos concretos", diz.
 

 
Veículo: Exame.com
Data: 21/10/14
 
 
É difícil Brasil voltar a BBB sem melhora da dívida, diz S&P
 
 
Sede da Standard %26 Poor's (S&P) em Nova York
Sede da Standard & Poor's (S&P): nota soberana do Brasil é BBB-, com perspectiva estável

Ricardo Leopoldo, do Estadão Conteúdo
São Paulo - A presidente para o Cone Sul da Standard & Poor's (S&P), Regina Nunes, afirmou nesta terça-feira, 21, que "é difícil o Brasil voltar a ser BBB sem melhora real da dinâmica da dívida pública." A nota soberana do País é BBB-, com perspectiva estável.
 
Regina acredita que as equipes econômicas dos dois candidatos ao Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB), estão cientes de que a gestão da política econômica vai atuar com o foco em buscar a estabilidade da dívida pública em relação ao PIB, fazer a inflação convergir à meta de 4,5% e elevar o patamar de crescimento do País.
 
"Com tudo isso, é possível ver que os investimentos de longo prazo vão avançar", destacou. "É necessário atuar para a expansão dos projetos de infraestrutura em diversas áreas, como portos, aeroportos, rodovias e energia", disse.
 
Perguntada pelo Broadcast, serviço de notícia em tempo real da Agência Estado, se a perspectiva do País poderia se tornar positiva, caso essas condições favoráveis sejam registradas ao final de 2015, ela afirmou que sim.
 
"Pode. Isso pode ocorrer em 4 ou 5 meses, não há um prazo definido. Mas é difícil", apontou.
 
Regina Nunes destacou que, independentemente de quem for o candidato vitorioso, o que será observado são os ajustes da economia. "Não avaliamos o rating de um país em função dos mercados. Temos nossas análises permanentes que embasam este trabalho", comentou.
 
Ela destacou que compete também aos parlamentares no Congresso auxiliar o próximo governo na implementação de reformas macroeconômicas relevantes, como a tributária.
 
"A simplificação de impostos vai desonerar os custos das empresas ao lidar com tributos, que são muitos altos", disse. Regina fez os comentários depois de participar de evento promovido pelo Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (Ibri).
 

 
Veículo: Exame.com
Data: 21/10/14
 
 
Por que a Bolsa pode ser um caminho para pequenas empresas
Operadores na BovespaEstreia da Senior Solution no Bovespa MaisAntônio Gomes, José Eduardo Mendes, João Ricardo Mendes e Roberta Antunes, fundadores do Hotel Urbano
 
 
 
 
Operadores na Bovespa: poucas pequenas empresas recorrem ao mercado de capitais no Brasil, mas este cenário pode mudar se a economia ajudar
Priscila Zuini Priscila Zuini, de EXAME.com
 
São Paulo - A trajetória ideal de uma empresa é quase como a da vida: nascer, investir, crescer e abrir capital um dia para o negócio se reproduzir. No mercado brasileiro, no entanto, o ápice da oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) é raridade. Hoje, mais da metade das pequenas e médias empresas não enxergam a Bolsa como uma opção viável de caminho a seguir, segundo uma pesquisa feita pela Deloitte em parceria com o Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI).
 
Apenas 14% das empresas enxergam na Bolsa uma possibilidade concreta de financiamento. Processos com custos milionários, mentalidade egoísta do empreendedor e falta de estrutura dificultam a vida de quem quer seguir esta via no mercado. A boa notícia é que nem tudo são pedras neste caminho.
 
Convencer as pequenas empresas de que Bolsa não é lugar só para gigantes fez com que a BM&FBovespa liderasse um grupo, em 2012, para estudar outros mercados. O projeto Ofertas Menores reuniu a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e a Agência Brasileira de Inovação (Finep) em viagens a sete países, como Canadá, Austrália e China, para conhecer quais características desses mercados poderiam servir ao Brasil.
 
Deste grupo, surgiram 12 propostas para tornar a abertura de capital mais próxima das empresas menores. Segundo a BM&FBOVESPA, as propostas principais são isenção de Imposto de Renda (IR), permitir que Fundo de Investimento em Participações (FIP) tenha participação sem a obrigação de atuar na gestão, simplificar o processo e reduzir o custo da oferta e aplicar um programa de capacitação a empresários, por exemplo.
 
As propostas, válidas para empresas com valor de mercado menor do que 700 milhões de reais, aparecem como benefícios de mão dupla. Para as empresas, houve redução de custo e simplificação do processo de oferta pública de ações e da manutenção da companhia aberta. Para os investidores, isenção de Imposto de Renda sobre ganho de capital vindo de empresas menores. "A boa notícia é que tanto a CVM quanto o governo estão pensando regras para facilitar esse processo, estimulando as PMEs a irem para a Bolsa", opina Cassio Spina, presidente da Anjos do Brasil, associação que reúne investidores-anjo.
 
A mentalidade do empreendedor
 
Mesmo com estímulos, o empreendedor que resolve abrir capital precisa estar pronto para seguir regras claras de governança, o que boa parte das empresas brasileiras não está nem perto de fazer. "O sucesso de qualquer empresa passa pela estruturação e profissionalização. A maior falha das empresas é que o empresário tem a mentalidade de que ele é o dono e vai dar conta de fazer tudo. Ele vai ter que contratar bons jogadores e eles vão ter que ganhar o jogo. Não é ele chutando e defendendo a bola ao mesmo tempo", compara Michael Viriato, coordenador do Laboratório de Finanças do Insper.
 
Estar com a empresa organizada é passo fundamental para uma abertura de capital. Lição básica que muitos empresários não aprenderam. "A gente vê muita empresa familiar, com balanço mal feito, sem processos organizados. Para esse cara o mercado é quase impossível. Ninguém aceita comprar ações de empresas que não têm um balanço estruturado, processos confiáveis, profissionalismo e governança corporativa", afirma Viriato.
 
Mais do que isso, as pequenas empresas precisam entrar em um ciclo de investimento comum em países como os Estados Unidos. Um IPO é quase sempre precedido por investimentos de fundos, que já começam um processo de organização e governança nas empresas. "Para o médio empresário, não tem atalho. Ele tem que trilhar o caminho de venture capital como fonte de financiamento e consolidar a companhia antes de abrir capital. Eventualmente, depois de quatro ou cinco anos, se houver o precedente do IPO da Dafiti ou do Hotel Urbano, a gente pode pensar que esse ciclo que começa em venture capital desagua em abertura de capital", opina Fernando de la Riva, diretor-executivo da Concrete Solutions.
 
A preparação leva tempo
 
Com um ano ruim, praticamente sem aberturas, as empresas ainda não estão certas de que este é o melhor caminho. No caso do Hotel Urbano, a empresa já fez alguns movimentos em direção do IPO, mas ainda engatinha.
 
Fundado em 2011 como um site de compras coletivas de viagens, o Hotel Urbano soube se adaptar rapidamente e virou uma agência de viagens online. No primeiro semestre, contratou um novo diretor de desenvolvimento estratégico e estuda a abertura de capital. Em sua quarta rodada de investimento, recebeu 120 milhões de reais do fundo americano Tiger Global Management, em março deste ano. O Insight Venture Partners também já havia investido em anos anteriores.
 

Com 18 milhões de usuários cadastrados e 650 funcionários, o site vendeu 2,8 milhões de diárias em 2013, mostrando forte crescimento em relação aos anos anteriores. Em 2012, as vendas bateram em 1,6 milhão e, em 2011, em 500 mil diárias. "Apesar de tudo que já construímos e temos muito orgulho do que já realizamos, temos plena consciência de que estamos apenas começando", afirma José Eduardo Mendes, cofundador e CEO do Hotel Urbano.
 
Colhendo frutos
 
Quem já passou pelo que o Hotel Urbano se prepara é a Senior Solution (SNSL3M). Em março do ano passado, a empresa de tecnologia fez sua estreia no segmento Bovespa Mais da BM&FBovespa com forte desvalorização. As ações chegaram a cair quase 20%, sendo negociadas a 9,60 reais. Desde a estreia, no entanto, o valor de mercado da empresa saltou de 94,3 milhões de reais para 124,3 milhões de reais.
 
A chegada da Senior Solution à Bolsa foi através de uma trajetória quase ideal. Criada em 1996, a empresa especializada em sistemas para o mercado financeiro decidiu ampliar sua atuação através de aquisições. Depois de um aporte do BNDES e de um fundo, fez cinco aquisições até 2010. "Depois dessas aquisições, a gente percebeu, que pelo mercado ser pulverizado e a maioria ser pequena empresa, as oportunidades de aquisição são inúmeras e a gente precisava de um processo contínuo de captação de recurso para viabilizar essa estratégia", explica Bernardo Gomes, diretor-presidente da Senior Solution.
 
Com investimentos externos desde 2002 e já consolidada como uma SA, a empresa já estava habituada a ser auditada e prestar contas. "A gente já tinha gestão e governança bastante avançadas, o que fez com que o custo para nos preparar já tivesse sido incorporado ao longo do tempo, por isso não houve choque de gestão quando decidimos abrir capital", diz Gomes. Desde 2007, a empresa se preparava para o IPO. Depois de duas crises ecônomicas, Gomes viu a "janela de oportunidade" no ano passado. "Essas duas iniciativas frustradas serviram para mostrar que o projeto da forma que estava desenhando não ia funcionar", diz.
 
Em 90 dias, a empresa fez a listagem sem ofertas, em 2012, e depois de mais três meses, concretizou a abertura do capital. "A listagem foi um período útil de aprendizado da empresa. Ao mesmo tempo, serviu para que os potenciais investidores conhecessem a companhia", conta Gomes.
 
Ao todo, a empresa gastou 300 mil reais com a abertura. "Por ano, o fato de ser uma companhia aberta custa 300 mil reais anuais a mais. É menos do que eu gasto em marketing em um ano e trouxe uma exposição institucional para a empresa maior do que qualquer campanha. O mercado em que atuo valoriza isso, governança, confiabilidade. Institucionalmente, o processo foi importante", afirma Gomes. Desde a abertura de capital, a empresa já fez mais uma aquisição.
 
Hoje, além da Senior Solution, outras oito empresas estão listadas no Bovespa Mais. Este segmento da Bolsa é especializado em captações menores do que o Novo Mercado. Este mercado permite que as empresas apenas façam a listagem, sem oferta, e o IPO aconteça até sete anos depois. É uma opção de acessar o mercado aos poucos, aprender com isso, e profissionalizar ainda mais o negócio neste período.
 
Para Riva, independente do resultado, a Senior Solution seguiu o caminho esperado, com participação do BNDES, e um ciclo de aumento da governança. "Eles mostraram um modelo interessante de empresa de 50 milhões de reais abrindo capital", diz Riva. "A Senior é um caso interessante. Estamos criando uma cultura para os dois lados, empresas e investidores. Nos próximos anos, a tendência é termos mais IPOs de pequenas e médias empresas e partir daí o mercado pode ir evoluindo", opina Spina.
 
Para Clodoir Vieira, consultor da Compliance, estar pronto para receber os novos sócios é essencial neste momento. "As empresas menores têm certa dificuldade de reestruturação em aceitar um sócio que vai chegar e participar do resultado, que vai te cobrar. Muitas vezes falta conhecimento da empresa de como fazer esse papel. A Senior, depois que abriu, passou a dar consultoria sobre isso para outras empresas, tamanha a expertise que criou", diz Vieira.
 
A experiência de Gomes pode ser a de outros empreendedores brasileiros. Segundo ele, o primeiro passo é desmitificar o processo. "O pessoal acha que é muito difícil e caro. Mas não é tão difícil desde que seja planejado. Dependendo do tamanho da empresa pode ser um custo relevante ou não, se avaliar o retorno, no nosso caso e em muitos, é melhor do que qualquer outra alternativa de financiamento do crescimento", explica.
 
O medo de compartilhar o negócio é a segunda barreira que os empresários devem derrubar. "Empreendedor tem que estar disposto a compartilhar, a ser mais transparente", diz Gomes.
 
A busca por investidores, no entanto, pode ser o maior desafio. "Encontrar investidores que entendam a estratégia do seu negócio, que é um investimento menos líquido, mas com potencial de retorno maior.Identificar esse perfil de investidor, que entende que vai ter menor liquidez no momento inicial, mas que no longo prazo vai ter retorno maior, talvez tenha sido a maior dificuldade", indica o empresário da Senior Solution. Nessa hora, a isenção de IR pode ser um atalho e tanto para convencer estes investidores.
 

 
Veículo: Valor Econômico
Data: 21/10/14
 
 
S&P nega perspectiva de alterar grau de investimento do Brasil
 
Por Fabiana Lopes | Valor
 
SÃO PAULO  -  Não há nenhum aspecto atual que direcione uma mudança do rating soberano do Brasil, segundo Regina Nunes, presidente para o Cone Sul da Standard&Poor's (S&P).
 
"Não está na perspectiva da S&P que o Brasil não seja grau de investimento. O que ele é hoje é grau de investimento não bem estabelecido", disse a executiva durante evento realizado pelo Ibri, em São Paulo.
 
Segundo ela, independentemente de quem assumir o governo no próximo ano, o Brasil precisará se concentrar em um cenário de maior austeridade fiscal e menor inflação.
 
"Hoje o Brasil tem volatilidades e vulnerabilidades pelas fraquezas estruturais que a macroeconomia tem. Temos que focar em maior austeridade fiscal e menor inflação", disse.
 
Perspectiva
 
A executiva afirmou ainda que a mudança da perspectiva da nota soberana do Brasil, de estável para positiva, depende de políticas que priorizem um cenário de maior investimento de longo prazo e austeridade fiscal. Para ela, no entanto, é difícil que isso ocorra ainda em 2015, considerando o cenário atual.
 
Regina disse que dificilmente o Brasil mudará da atual classificação "BBB -" se não houver um movimento de melhora da dívida pública. Ela acredita, no entanto, que independente de quem for o novo presidente, reformas nesse sentido terão que ser implementadas. "Não há espaço para maior arrecadação e tem que achar espaço para corte de gastos", afirmou.
 
É evidente que 2015 é um ano de grandes desafios, mas, para Regina o que vai determinar o retorno da confiança no Brasil é exatamente a maneira como as novas políticas serão implementadas no começo do próximo ano..
 
Para ela, qualquer melhoria da confiança dependerá de uma maior capacidade do país de gerar maior crescimento por meio de investimento e com a diminuição de suas fragilidades estruturais. "Pode acontecer rápido, mas não está no cenário atual", disse.
 

 
Veículo: DCI
Data: 21/10/14
 
 
S&P nega perspectiva negativa ou downgrade para o País
Estadão Conteúdo
 
SÃO PAULO - A presidente para o Cone Sul da Standard and Poor's, Regina Nunes, ressaltou que na S&P "não temos perspectiva de nada que seja negativo ou downgrade para o Brasil." Ela fez um comentário logo depois de ouvir uma pergunta sobre se o País poderia perder o grau de investimento caso persista em 2015 com a atual política fiscal.
 
"O Brasil voltou a ser BBB- devido à incapacidade de fazer ajuste necessário na parte fiscal", destacou Regina. "Mas houve uma tentativa de melhora neste ano eleitoral."
 
Na avaliação de Regina Nunes, a retomada mais vigorosa dos investimentos de longo prazo será um indicador muito bom que poderá sintetizar uma melhora das condições macroeconômicas do País. "Para isso ocorrer em boa velocidade, será preciso ter atuado em várias áreas, com uma política fiscal menos expansionista, menor inflação e redução do Custo Brasil, especialmente com um quadro bem mais favorável para logística e infraestrutura", ponderou. "O País tem vulnerabilidades devido a fraquezas econômicas estruturais."
 
Contudo, Regina destacou que uma política econômica que tenha como foco exclusivo a austeridade fiscal não será benéfica para a economia e para o rating do País. "É preciso ter um foco em crescimento sustentável, com inflação sob controle e atendimento das demandas sociais", ponderou. "O Brasil pode ficar com o rating BBB-, por mais fortes que sejam suas políticas fiscais", disse. "Há problemas com preços administrados. Mas o País tem demandas sociais que se não forem atendidas podem gerar instabilidades." Ela fez os comentários ao participar de evento promovido pelo Ibri.
 
Petrobras
 
Regina Nunes afirmou que a S&P não prevê nenhuma alteração da nota BBB- da Petrobras. A Moody's rebaixou nesta terça-feira, 21, a estatal para Baa2, com perspectiva negativa. "O rating da Petrobras acompanha a nota soberana. A empresa realiza investimentos imensos, muito importantes para o Brasil, que tem o apoio de sua realização pelo governo."
 

 
Veículo: DCI
Data: 21/10/14
 
 
S&P: é difícil Brasil voltar a BBB sem melhora da dívida
Estadão Conteúdo
 
SÃO PAULO - A presidente para o Cone Sul da Standard and Poor's (S&P), Regina Nunes, afirmou nesta terça-feira, 21, que "é difícil o Brasil voltar a ser BBB sem melhora real da dinâmica da dívida pública." A nota soberana do País é BBB-, com perspectiva estável.
 
Regina acredita que as equipes econômicas dos dois candidatos ao Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB), estão cientes de que a gestão da política econômica vai atuar com o foco em buscar a estabilidade da dívida pública em relação ao PIB, fazer a inflação convergir à meta de 4,5% e elevar o patamar de crescimento do País. "Com tudo isso, é possível ver que os investimentos de longo prazo vão avançar", destacou. "É necessário atuar para a expansão dos projetos de infraestrutura em diversas áreas, como portos, aeroportos, rodovias e energia", disse.
 
Perguntada pelo Broadcast, serviço de notícia em tempo real da Agência Estado, se a perspectiva do País poderia se tornar positiva, caso essas condições favoráveis sejam registradas ao final de 2015, ela afirmou que sim. "Pode. Isso pode ocorrer em 4 ou 5 meses, não há um prazo definido. Mas é difícil", apontou.
 
Regina Nunes destacou que, independentemente de quem for o candidato vitorioso, o que será observado são os ajustes da economia. "Não avaliamos o rating de um país em função dos mercados. Temos nossas análises permanentes que embasam este trabalho", comentou.
 
Ela destacou que compete também aos parlamentares no Congresso auxiliar o próximo governo na implementação de reformas macroeconômicas relevantes, como a tributária. "A simplificação de impostos vai desonerar os custos das empresas ao lidar com tributos, que são muitos altos", disse. Regina fez os comentários depois de participar de evento promovido pelo Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (Ibri).
 

 
Veículo: Isto É Dinheiro
Data: 21/10/14
 
 
S&P nega perspectiva negativa ou downgrade para o País
 
A presidente para o Cone Sul da Standard and Poor's, Regina Nunes, ressaltou que na S&P "não temos perspectiva de nada que seja negativo ou downgrade para o Brasil." Ela fez um comentário logo depois de ouvir uma pergunta sobre se o País poderia perder o grau de investimento caso persista em 2015 com a atual política fiscal.
 
"O Brasil voltou a ser BBB- devido à incapacidade de fazer ajuste necessário na parte fiscal", destacou Regina. "Mas houve uma tentativa de melhora neste ano eleitoral."
 
Na avaliação de Regina Nunes, a retomada mais vigorosa dos investimentos de longo prazo será um indicador muito bom que poderá sintetizar uma melhora das condições macroeconômicas do País. "Para isso ocorrer em boa velocidade, será preciso ter atuado em várias áreas, com uma política fiscal menos expansionista, menor inflação e redução do Custo Brasil, especialmente com um quadro bem mais favorável para logística e infraestrutura", ponderou. "O País tem vulnerabilidades devido a fraquezas econômicas estruturais."
 
Contudo, Regina destacou que uma política econômica que tenha como foco exclusivo a austeridade fiscal não será benéfica para a economia e para o rating do País. "É preciso ter um foco em crescimento sustentável, com inflação sob controle e atendimento das demandas sociais", ponderou. "O Brasil pode ficar com o rating BBB-, por mais fortes que sejam suas políticas fiscais", disse. "Há problemas com preços administrados. Mas o País tem demandas sociais que se não forem atendidas podem gerar instabilidades." Ela fez os comentários ao participar de evento promovido pelo Ibri.
 
Petrobras
 
Regina Nunes afirmou que a S&P não prevê nenhuma alteração da nota BBB- da Petrobras. A Moody's rebaixou nesta terça-feira, 21, a estatal para Baa2, com perspectiva negativa. "O rating da Petrobras acompanha a nota soberana. A empresa realiza investimentos imensos, muito importantes para o Brasil, que tem o apoio de sua realização pelo governo."
 

 
Veículo: O Diário.com
Data: 21/10/14
 
 
S&P nega perspectiva negativa ou downgrade para o País
Agência Estado Ricardo Leopoldo
 
A presidente para o Cone Sul da Standard and Poor's, Regina Nunes, ressaltou que na S&P "não temos perspectiva de nada que seja negativo ou downgrade para o Brasil." Ela fez um comentário logo depois de ouvir uma pergunta sobre se o País poderia perder o grau de investimento caso persista em 2015 com a atual política fiscal.
 
"O Brasil voltou a ser BBB- devido à incapacidade de fazer ajuste necessário na parte fiscal", destacou Regina. "Mas houve uma tentativa de melhora neste ano eleitoral."
 
Na avaliação de Regina Nunes, a retomada mais vigorosa dos investimentos de longo prazo será um indicador muito bom que poderá sintetizar uma melhora das condições macroeconômicas do País. "Para isso ocorrer em boa velocidade, será preciso ter atuado em várias áreas, com uma política fiscal menos expansionista, menor inflação e redução do Custo Brasil, especialmente com um quadro bem mais favorável para logística e infraestrutura", ponderou. "O País tem vulnerabilidades devido a fraquezas econômicas estruturais."
 
Contudo, Regina destacou que uma política econômica que tenha como foco exclusivo a austeridade fiscal não será benéfica para a economia e para o rating do País. "É preciso ter um foco em crescimento sustentável, com inflação sob controle e atendimento das demandas sociais", ponderou. "O Brasil pode ficar com o rating BBB-, por mais fortes que sejam suas políticas fiscais", disse. "Há problemas com preços administrados. Mas o País tem demandas sociais que se não forem atendidas podem gerar instabilidades." Ela fez os comentários ao participar de evento promovido pelo Ibri.
 
Petrobras
 
Regina Nunes afirmou que a S&P não prevê nenhuma alteração da nota BBB- da Petrobras. A Moody's rebaixou nesta terça-feira, 21, a estatal para Baa2, com perspectiva negativa. "O rating da Petrobras acompanha a nota soberana. A empresa realiza investimentos imensos, muito importantes para o Brasil, que tem o apoio de sua realização pelo governo."
 

 
Veículo: O Diário.com
Data: 21/10/14
 
 
S&P: é difícil Brasil voltar a BBB sem melhora da dívida
Agência Estado Ricardo Leopoldo
 
A presidente para o Cone Sul da Standard and Poor's (S&P), Regina Nunes, afirmou nesta terça-feira, 21, que "é difícil o Brasil voltar a ser BBB sem melhora real da dinâmica da dívida pública." A nota soberana do País é BBB-, com perspectiva estável.
 
Regina acredita que as equipes econômicas dos dois candidatos ao Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB), estão cientes de que a gestão da política econômica vai atuar com o foco em buscar a estabilidade da dívida pública em relação ao PIB, fazer a inflação convergir à meta de 4,5% e elevar o patamar de crescimento do País. "Com tudo isso, é possível ver que os investimentos de longo prazo vão avançar", destacou. "É necessário atuar para a expansão dos projetos de infraestrutura em diversas áreas, como portos, aeroportos, rodovias e energia", disse.
 
Perguntada pelo Broadcast, serviço de notícia em tempo real da Agência Estado, se a perspectiva do País poderia se tornar positiva, caso essas condições favoráveis sejam registradas ao final de 2015, ela afirmou que sim. "Pode. Isso pode ocorrer em 4 ou 5 meses, não há um prazo definido. Mas é difícil", apontou.
 
Regina Nunes destacou que, independentemente de quem for o candidato vitorioso, o que será observado são os ajustes da economia. "Não avaliamos o rating de um país em função dos mercados. Temos nossas análises permanentes que embasam este trabalho", comentou.
 
Ela destacou que compete também aos parlamentares no Congresso auxiliar o próximo governo na implementação de reformas macroeconômicas relevantes, como a tributária. "A simplificação de impostos vai desonerar os custos das empresas ao lidar com tributos, que são muitos altos", disse. Regina fez os comentários depois de participar de evento promovido pelo Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (Ibri).
 

 
Veículo: Gazeta do Povo
Data: 21/10/14
 
 
S&P: é difícil Brasil voltar a BBB sem melhora da dívida
Presidente da entidade Regina Nunes destacou que, independentemente de quem for o candidato vitorioso nas eleições para presidente, o que será observado são os ajustes da economia
 
ESTADÃO CONTEÚDO
 
A presidente para o Cone Sul da Standard and Poor's (S&P), Regina Nunes, afirmou nesta terça-feira, 21, que "é difícil o Brasil voltar a ser BBB sem melhora real da dinâmica da dívida pública." A nota soberana do País é BBB-, com perspectiva estável.
 
Regina acredita que as equipes econômicas dos dois candidatos ao Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB), estão cientes de que a gestão da política econômica vai atuar com o foco em buscar a estabilidade da dívida pública em relação ao PIB, fazer a inflação convergir à meta de 4,5% e elevar o patamar de crescimento do País. "Com tudo isso, é possível ver que os investimentos de longo prazo vão avançar", destacou. "É necessário atuar para a expansão dos projetos de infraestrutura em diversas áreas, como portos, aeroportos, rodovias e energia", disse.
 

Perguntada pelo Broadcast, serviço de notícia em tempo real da Agência Estado, se a perspectiva do País poderia se tornar positiva, caso essas condições favoráveis sejam registradas ao final de 2015, ela afirmou que sim. "Pode. Isso pode ocorrer em 4 ou 5 meses, não há um prazo definido. Mas é difícil", apontou.
 
Regina Nunes destacou que, independentemente de quem for o candidato vitorioso, o que será observado são os ajustes da economia. "Não avaliamos o rating de um país em função dos mercados. Temos nossas análises permanentes que embasam este trabalho", comentou.
 
Ela destacou que compete também aos parlamentares no Congresso auxiliar o próximo governo na implementação de reformas macroeconômicas relevantes, como a tributária. "A simplificação de impostos vai desonerar os custos das empresas ao lidar com tributos, que são muitos altos", disse. Regina fez os comentários depois de participar de evento promovido pelo Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (Ibri).
 

 
Veículo: O Povo Online
Data: 21/10/14
 
S&P nega perspectiva negativa ou downgrade para o País
 
A presidente para o Cone Sul da Standard and Poor's, Regina Nunes, ressaltou que na S&P; "não temos perspectiva de nada que seja negativo ou downgrade para o Brasil." Ela fez um comentário logo depois de ouvir uma pergunta sobre se o País poderia perder o grau de investimento caso persista em 2015 com a atual política fiscal.
 
"O Brasil voltou a ser BBB- devido à incapacidade de fazer ajuste necessário na parte fiscal", destacou Regina. "Mas houve uma tentativa de melhora neste ano eleitoral."
 
Na avaliação de Regina Nunes, a retomada mais vigorosa dos investimentos de longo prazo será um indicador muito bom que poderá sintetizar uma melhora das condições macroeconômicas do País. "Para isso ocorrer em boa velocidade, será preciso ter atuado em várias áreas, com uma política fiscal menos expansionista, menor inflação e redução do Custo Brasil, especialmente com um quadro bem mais favorável para logística e infraestrutura", ponderou. "O País tem vulnerabilidades devido a fraquezas econômicas estruturais."
 
Contudo, Regina destacou que uma política econômica que tenha como foco exclusivo a austeridade fiscal não será benéfica para a economia e para o rating do País. "É preciso ter um foco em crescimento sustentável, com inflação sob controle e atendimento das demandas sociais", ponderou. "O Brasil pode ficar com o rating BBB-, por mais fortes que sejam suas políticas fiscais", disse. "Há problemas com preços administrados. Mas o País tem demandas sociais que se não forem atendidas podem gerar instabilidades." Ela fez os comentários ao participar de evento promovido pelo Ibri.
 
Petrobras
 
Regina Nunes afirmou que a S&P; não prevê nenhuma alteração da nota BBB- da Petrobras. A Moody's rebaixou nesta terça-feira, 21, a estatal para Baa2, com perspectiva negativa. "O rating da Petrobras acompanha a nota soberana. A empresa realiza investimentos imensos, muito importantes para o Brasil, que tem o apoio de sua realização pelo governo."
 

 
Veículo: O Povo Online
Data: 21/10/14
 
 
S&P: é difícil Brasil voltar a BBB sem melhora da dívida
 
A presidente para o Cone Sul da Standard and Poor's (S&P;), Regina Nunes, afirmou nesta terça-feira, 21, que "é difícil o Brasil voltar a ser BBB sem melhora real da dinâmica da dívida pública." A nota soberana do País é BBB-, com perspectiva estável.
 
Regina acredita que as equipes econômicas dos dois candidatos ao Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB), estão cientes de que a gestão da política econômica vai atuar com o foco em buscar a estabilidade da dívida pública em relação ao PIB, fazer a inflação convergir à meta de 4,5% e elevar o patamar de crescimento do País. "Com tudo isso, é possível ver que os investimentos de longo prazo vão avançar", destacou. "É necessário atuar para a expansão dos projetos de infraestrutura em diversas áreas, como portos, aeroportos, rodovias e energia", disse.
 
Perguntada pelo Broadcast, serviço de notícia em tempo real da Agência Estado, se a perspectiva do País poderia se tornar positiva, caso essas condições favoráveis sejam registradas ao final de 2015, ela afirmou que sim. "Pode. Isso pode ocorrer em 4 ou 5 meses, não há um prazo definido. Mas é difícil", apontou.
 
Regina Nunes destacou que, independentemente de quem for o candidato vitorioso, o que será observado são os ajustes da economia. "Não avaliamos o rating de um país em função dos mercados. Temos nossas análises permanentes que embasam este trabalho", comentou.
 
Ela destacou que compete também aos parlamentares no Congresso auxiliar o próximo governo na implementação de reformas macroeconômicas relevantes, como a tributária. "A simplificação de impostos vai desonerar os custos das empresas ao lidar com tributos, que são muitos altos", disse. Regina fez os comentários depois de participar de evento promovido pelo Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (Ibri).
 

 
Veículo: Paraná Online
Data: 21/10/14
 
 
S&P; nega perspectiva negativa ou downgrade para o País
 
A presidente para o Cone Sul da Standard and Poors, Regina Nunes, ressaltou que na S&P "não temos perspectiva de nada que seja negativo ou downgrade para o Brasil." Ela fez um comentário logo depois de ouvir uma pergunta sobre se o País poderia perder o grau de investimento caso persista em 2015 com a atual política fiscal.
 
"O Brasil voltou a ser BBB- devido à incapacidade de fazer ajuste necessário na parte fiscal", destacou Regina. "Mas houve uma tentativa de melhora neste ano eleitoral."
 
Na avaliação de Regina Nunes, a retomada mais vigorosa dos investimentos de longo prazo será um indicador muito bom que poderá sintetizar uma melhora das condições macroeconômicas do País. "Para isso ocorrer em boa velocidade, será preciso ter atuado em várias áreas, com uma política fiscal menos expansionista, menor inflação e redução do Custo Brasil, especialmente com um quadro bem mais favorável para logística e infraestrutura", ponderou. "O País tem vulnerabilidades devido a fraquezas econômicas estruturais."
 
Contudo, Regina destacou que uma política econômica que tenha como foco exclusivo a austeridade fiscal não será benéfica para a economia e para o rating do País. "É preciso ter um foco em crescimento sustentável, com inflação sob controle e atendimento das demandas sociais", ponderou. "O Brasil pode ficar com o rating BBB-, por mais fortes que sejam suas políticas fiscais", disse. "Há problemas com preços administrados. Mas o País tem demandas sociais que se não forem atendidas podem gerar instabilidades." Ela fez os comentários ao participar de evento promovido pelo Ibri.
 
Petrobras
 
Regina Nunes afirmou que a S&P não prevê nenhuma alteração da nota BBB- da Petrobras. A Moodys rebaixou nesta terça-feira, 21, a estatal para Baa2, com perspectiva negativa. "O rating da Petrobras acompanha a nota soberana. A empresa realiza investimentos imensos, muito importantes para o Brasil, que tem o apoio de sua realização pelo governo."
 

 
Veículo: Paraná Online
Data: 21/10/14
 
 
S&P;: é difícil Brasil voltar a BBB sem melhora da dívida
 
A presidente para o Cone Sul da Standard and Poors (S&P), Regina Nunes, afirmou nesta terça-feira, 21, que "é difícil o Brasil voltar a ser BBB sem melhora real da dinâmica da dívida pública." A nota soberana do País é BBB-, com perspectiva estável.
 
Regina acredita que as equipes econômicas dos dois candidatos ao Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB), estão cientes de que a gestão da política econômica vai atuar com o foco em buscar a estabilidade da dívida pública em relação ao PIB, fazer a inflação convergir à meta de 4,5% e elevar o patamar de crescimento do País. "Com tudo isso, é possível ver que os investimentos de longo prazo vão avançar", destacou. "É necessário atuar para a expansão dos projetos de infraestrutura em diversas áreas, como portos, aeroportos, rodovias e energia", disse.
 
Perguntada pelo Broadcast, serviço de notícia em tempo real da Agência Estado, se a perspectiva do País poderia se tornar positiva, caso essas condições favoráveis sejam registradas ao final de 2015, ela afirmou que sim. "Pode. Isso pode ocorrer em 4 ou 5 meses, não há um prazo definido. Mas é difícil", apontou.
 
Regina Nunes destacou que, independentemente de quem for o candidato vitorioso, o que será observado são os ajustes da economia. "Não avaliamos o rating de um país em função dos mercados. Temos nossas análises permanentes que embasam este trabalho", comentou.
 
Ela destacou que compete também aos parlamentares no Congresso auxiliar o próximo governo na implementação de reformas macroeconômicas relevantes, como a tributária. "A simplificação de impostos vai desonerar os custos das empresas ao lidar com tributos, que são muitos altos", disse. Regina fez os comentários depois de participar de evento promovido pelo Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (Ibri).
 

 
Veículo: Folha Vitória
Data: 21/10/14
 
 
S&P nega perspectiva negativa ou downgrade para o País
 
Redação Folha Vitória
 
São Paulo - A presidente para o Cone Sul da Standard and Poor's, Regina Nunes, ressaltou que na S&P "não temos perspectiva de nada que seja negativo ou downgrade para o Brasil." Ela fez um comentário logo depois de ouvir uma pergunta sobre se o País poderia perder o grau de investimento caso persista em 2015 com a atual política fiscal.
 
"O Brasil voltou a ser BBB- devido à incapacidade de fazer ajuste necessário na parte fiscal", destacou Regina. "Mas houve uma tentativa de melhora neste ano eleitoral."
 
Na avaliação de Regina Nunes, a retomada mais vigorosa dos investimentos de longo prazo será um indicador muito bom que poderá sintetizar uma melhora das condições macroeconômicas do País. "Para isso ocorrer em boa velocidade, será preciso ter atuado em várias áreas, com uma política fiscal menos expansionista, menor inflação e redução do Custo Brasil, especialmente com um quadro bem mais favorável para logística e infraestrutura", ponderou. "O País tem vulnerabilidades devido a fraquezas econômicas estruturais."
 
Contudo, Regina destacou que uma política econômica que tenha como foco exclusivo a austeridade fiscal não será benéfica para a economia e para o rating do País. "É preciso ter um foco em crescimento sustentável, com inflação sob controle e atendimento das demandas sociais", ponderou. "O Brasil pode ficar com o rating BBB-, por mais fortes que sejam suas políticas fiscais", disse. "Há problemas com preços administrados. Mas o País tem demandas sociais que se não forem atendidas podem gerar instabilidades." Ela fez os comentários ao participar de evento promovido pelo Ibri.
 
Petrobras
 
Regina Nunes afirmou que a S&P não prevê nenhuma alteração da nota BBB- da Petrobras. A Moody's rebaixou nesta terça-feira, 21, a estatal para Baa2, com perspectiva negativa. "O rating da Petrobras acompanha a nota soberana. A empresa realiza investimentos imensos, muito importantes para o Brasil, que tem o apoio de sua realização pelo governo."
 

 
Veículo: Folha Vitória
Data: 21/10/14
 
 
S&P: é difícil Brasil voltar a BBB sem melhora da dívida
 
Redação Folha Vitória
 
São Paulo - A presidente para o Cone Sul da Standard and Poor's (S&P), Regina Nunes, afirmou nesta terça-feira, 21, que "é difícil o Brasil voltar a ser BBB sem melhora real da dinâmica da dívida pública." A nota soberana do País é BBB-, com perspectiva estável.
 
Regina acredita que as equipes econômicas dos dois candidatos ao Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB), estão cientes de que a gestão da política econômica vai atuar com o foco em buscar a estabilidade da dívida pública em relação ao PIB, fazer a inflação convergir à meta de 4,5% e elevar o patamar de crescimento do País. "Com tudo isso, é possível ver que os investimentos de longo prazo vão avançar", destacou. "É necessário atuar para a expansão dos projetos de infraestrutura em diversas áreas, como portos, aeroportos, rodovias e energia", disse.
 
Perguntada pelo Broadcast, serviço de notícia em tempo real da Agência Estado, se a perspectiva do País poderia se tornar positiva, caso essas condições favoráveis sejam registradas ao final de 2015, ela afirmou que sim. "Pode. Isso pode ocorrer em 4 ou 5 meses, não há um prazo definido. Mas é difícil", apontou.
 
Regina Nunes destacou que, independentemente de quem for o candidato vitorioso, o que será observado são os ajustes da economia. "Não avaliamos o rating de um país em função dos mercados. Temos nossas análises permanentes que embasam este trabalho", comentou.
 
Ela destacou que compete também aos parlamentares no Congresso auxiliar o próximo governo na implementação de reformas macroeconômicas relevantes, como a tributária. "A simplificação de impostos vai desonerar os custos das empresas ao lidar com tributos, que são muitos altos", disse. Regina fez os comentários depois de participar de evento promovido pelo Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (Ibri).
 

 
Veículo: FM Diário
Data: 21/10/14
 
 
S&P nega perspectiva negativa ou downgrade para o País
 
A presidente para o Cone Sul da Standard and Poor's, Regina Nunes, ressaltou que na S&P "não temos perspectiva de nada que seja negativo ou downgrade para o Brasil." Ela fez um comentário logo depois de ouvir uma pergunta sobre se o País poderia perder o grau de investimento caso persista em 2015 com a atual política fiscal.
 
"O Brasil voltou a ser BBB- devido à incapacidade de fazer ajuste necessário na parte fiscal", destacou Regina. "Mas houve uma tentativa de melhora neste ano eleitoral."
 
Na avaliação de Regina Nunes, a retomada mais vigorosa dos investimentos de longo prazo será um indicador muito bom que poderá sintetizar uma melhora das condições macroeconômicas do País. "Para isso ocorrer em boa velocidade, será preciso ter atuado em várias áreas, com uma política fiscal menos expansionista, menor inflação e redução do Custo Brasil, especialmente com um quadro bem mais favorável para logística e infraestrutura", ponderou. "O País tem vulnerabilidades devido a fraquezas econômicas estruturais."
 
Contudo, Regina destacou que uma política econômica que tenha como foco exclusivo a austeridade fiscal não será benéfica para a economia e para o rating do País. "É preciso ter um foco em crescimento sustentável, com inflação sob controle e atendimento das demandas sociais", ponderou. "O Brasil pode ficar com o rating BBB-, por mais fortes que sejam suas políticas fiscais", disse. "Há problemas com preços administrados. Mas o País tem demandas sociais que se não forem atendidas podem gerar instabilidades." Ela fez os comentários ao participar de evento promovido pelo Ibri.
 
Petrobras
 
Regina Nunes afirmou que a S&P não prevê nenhuma alteração da nota BBB- da Petrobras. A Moody's rebaixou nesta terça-feira, 21, a estatal para Baa2, com perspectiva negativa. "O rating da Petrobras acompanha a nota soberana. A empresa realiza investimentos imensos, muito importantes para o Brasil, que tem o apoio de sua realização pelo governo."
 

 
Veículo: FM Diário
Data: 21/10/14
 
 
S&P: é difícil Brasil voltar a BBB sem melhora da dívida
 

A presidente para o Cone Sul da Standard and Poor's (S&P), Regina Nunes, afirmou nesta terça-feira, 21, que "é difícil o Brasil voltar a ser BBB sem melhora real da dinâmica da dívida pública." A nota soberana do País é BBB-, com perspectiva estável.
 
Regina acredita que as equipes econômicas dos dois candidatos ao Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB), estão cientes de que a gestão da política econômica vai atuar com o foco em buscar a estabilidade da dívida pública em relação ao PIB, fazer a inflação convergir à meta de 4,5% e elevar o patamar de crescimento do País. "Com tudo isso, é possível ver que os investimentos de longo prazo vão avançar", destacou. "É necessário atuar para a expansão dos projetos de infraestrutura em diversas áreas, como portos, aeroportos, rodovias e energia", disse.
 
Perguntada pelo Broadcast, serviço de notícia em tempo real da Agência Estado, se a perspectiva do País poderia se tornar positiva, caso essas condições favoráveis sejam registradas ao final de 2015, ela afirmou que sim. "Pode. Isso pode ocorrer em 4 ou 5 meses, não há um prazo definido. Mas é difícil", apontou.
 
Regina Nunes destacou que, independentemente de quem for o candidato vitorioso, o que será observado são os ajustes da economia. "Não avaliamos o rating de um país em função dos mercados. Temos nossas análises permanentes que embasam este trabalho", comentou.
 
Ela destacou que compete também aos parlamentares no Congresso auxiliar o próximo governo na implementação de reformas macroeconômicas relevantes, como a tributária. "A simplificação de impostos vai desonerar os custos das empresas ao lidar com tributos, que são muitos altos", disse. Regina fez os comentários depois de participar de evento promovido pelo Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (Ibri).