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Veículo: Valor Econômico
Seção: Empresas
Página: B2
Data: 23/07/14
 
*Anexo
 

 
Veículo: Brasil Econômico
Seção: Especial Micro, Pequenas e Médias Empresas
Página: 1 a 8
Data: 23/07/14
 
* Anexo
 

 
Veículo: Portal Fator Brasil
Data: 24/07/14
 

 
OdontoPrev conquista o IR Magazine Awards Brazil 2014 no setor de saúde
 
A OdontoPrev foi premiada como empresa com Melhor Relações com Investidores do Setor de Saúde, no IR Magazine Awards - Brazil 2014. O evento de premiação, realizado no dia 22 de julho(terça-feira), ocorre simultaneamente em vários centros financeiros mundiais. No Brasil conta com apoio do Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI), da Revista RI e da Fundação Getúlio Vargas - FGV.
 
"Para a OdontoPrev é uma honra receber uma vez mais este reconhecimento, resultado de trabalho de time focado, que lida com tecnologia de ponta e aderente às melhores práticas internacionais de relacionamento com o mercado", disse José Roberto Pacheco, diretor de RI da empresa.
 
A OdontoPrev, empresa de capital aberto, é a líder em planos odontológicos na América Latina, com mais de 6 milhões de beneficiários. A rede de cirurgiões dentistas da OdontoPrev é altamente especializada, com aproximadamente 25 mil credenciados. A Companhia é listada no Novo Mercado da BM&FBovespa desde 2006, onde cada ação representa 1 voto, com prática de distribuição trimestral integral de resultados a acionistas, de 32 países.
 

 
Veículo: DCI
Data: 23/07/14
 

 
Companhia aberta diminui participação no PIB
 
As 360 companhias abertas listadas na Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa) devem perder espaço na economia em 2014 e a sua participação percentual no produto interno bruto (PIB) brasileiro pode ficar abaixo dos 16,4% registrados em 2013, e bem inferior à fatia de 17,3% aferida em 2012, conforme dados divulgados no 16° Congresso de Relações com Investidores do Mercado de Capitais, iniciado ontem, em São Paulo.
 
"É difícil precisar como ficará essa participação em 2014 e difícil imaginar como será 2015. Mas a nossa preocupação maior é com a falta de investimentos e um nível de incertezas muito grande sobre o futuro. A disposição de investir com recursos próprios caiu muito, o nível de cautela está alto", apontou o presidente da Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), Antônio Castro, após participar do evento.
 
Castro considerou que apenas as grandes empresas estão conseguindo acesso a captações internacionais com um custo aceitável. "Evidente que quem tem crédito barato ou subsidiado [do BNDES] possui outra realidade", minimizou. "Mas outro problema é que os empresários estão sofrendo com uma inflação de custos sem poder repassar nos preços. A lucratividade está ameaçada e a própria receita líquida fica comprometida", completa.
 
Segundo o presidente da entidade, o desafio maior é superar a intervenção do governo na economia. "O governo diz - ah, isso não está bom, estão vamos dar mais crédito, ou vamos reduzir o IPI [imposto de produtos industrializados] para indústria X, Y ou Z - e isso, ao contrário gera insegurança, porque na verdade todo investidor gostaria de saber qual o valor adequado de cada coisa, sem interferência no mercado. Será positivo se o ministro da Fazenda não trouxer mais pacotes no segundo semestre", diz Castro.
 
O diretor de Depositary Receipts (recibos de ações) para América Latina do BNY Mellon, Nuno da Silva, informou que num questionário com 10 grandes investidores americanos com recursos de US$ 10,5 bilhões investidos no Brasil, apontou que 7 deles (70%) vão avaliar a questão política no Brasil no horizonte dos próximos 12 a 18 meses.
 
"Ainda há oportunidades de investimentos no Brasil, mas os investidores vão filtrar uma a uma essas empresas. No momento, o investidor está exigindo um desconto no Brasil, enquanto até 2011 existia um prêmio. As empresas brasileiras precisam trabalhar mais para fechar esses descontos", disse Nuno da Silva.
 
A realidade dos números mostra dificuldades. Castro antecipou números gerais do próximo anuário da Abrasca a ser divulgado até agosto. Em 2013, a receita líquida totalizou R$ 1,5 trilhão, um crescimento de "apenas" de 1,8% sobre o exercício anterior.
 
Ao mesmo tempo, o recolhimento de impostos continuou substancial, de R$ 72,4 bilhões, 4,3 % inferior a 2012. "Mas o fato positivo é que as companhias abertas alcançaram 2,5 milhões de empregos, uma alta expressiva de 6,2% nos postos de trabalho", afirmou Castro, da Abrasca.
 
Pesquisa com RIs
 
Estudo divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI) e a consultoria Deloitte com profissionais de Relações com Investidores (RIs) de 104 empresas brasileiras mostrou que para 22% dos entrevistados, o principal ponto de melhoria das áreas de RI é a expansão da base acionária, ou seja, do número de investidores. E na sequência, para 14% dos respondentes aparece o objetivo de melhorar a percepção da empresa para o investidor nacional, e 7% dos entrevistados pretende melhorar a percepção do valor para o investidor estrangeiro. "Mesmo as grandes empresas brasileiras ainda não possuem uma exposição adequada no exterior", considerou o presidente do conselho do IBRI, Geraldo Soares.
 

 
Veículo: Maxpress
Data: 23/07/14
 

 
OdontoPrev conquista o IR Magazine Awards Brazil 2014 no setor de saúde
 
A OdontoPrev foi premiada como empresa com Melhor Relações com Investidores do Setor de Saúde, no IR Magazine Awards - Brazil 2014. O evento de premiação, realizado na última terça-feira (22), ocorre simultaneamente em vários centros financeiros mundiais. No Brasil conta com apoio do Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI), da Revista RI e da Fundação Getúlio Vargas - FGV.
 
"Para a OdontoPrev é uma honra receber uma vez mais este reconhecimento, resultado de trabalho de time focado, que lida com tecnologia de ponta e aderente às melhores práticas internacionais de relacionamento com o mercado", disse José Roberto Pacheco, diretor de RI da empresa.
 

Sobre a OdontoPrev
 

A OdontoPrev, empresa de capital aberto, é a líder em planos odontológicos na América Latina, com mais de 6 milhões de beneficiários. A rede de cirurgiões dentistas da OdontoPrev é altamente especializada, com aproximadamente 25 mil credenciados. A Companhia é listada no Novo Mercado da BM&FBovespa desde 2006, onde cada ação representa 1 voto, com prática de distribuição trimestral integral de resultados a acionistas, de 32 países.
 
Assessoria de imprensa
A4 Comunicação
Telefone: +55.11 3897 4122
Martha San Juan França - marthafranca@a4com.com.br
Priscila Sampaio - priscilasampaio@a4com.com.br
 

 
Veículo: Maxpress
Data: 23/07/14
 

 
Randon é premiada no IR Brazil Awards 2014
 
A cerimônia de premiação, que destaca os melhores no Brasil nas práticas de Relações com Investidores, foi realizada nesta terça-feira, em São Paulo
 
A Randon S.A. conquistou, na noite de ontem (22/07), dois prêmios IR Brazil Awards 2014, a mais prestigiosa e cobiçada honraria que celebra a excelência e as melhores práticas de relações com investidores no país. Conferida anualmente pela IR Magazine, em conjunto com a Revista RI e o Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI), a premiação é fruto de uma extensa pesquisa com analistas e outros profissionais da comunidade brasileira de investimentos.
 

Como empresa "small & mid cap", a Randon foi vencedora nas categorias Melhor Encontro com Investidores (Best Investor Meeting) e Melhor desempenho em relações com investidores no período 2005-2014, esta última, categoria inédita criada em comemoração ao 10º aniversário do prêmio. Nesta mesma edição da honraria, a Companhia também conquistou três menções honrosas "small & mid cap": Gran Prix do Melhor Programa de Relações com Investidores (The Grand Prix for Best Overall Investor Relations), Melhor Uso de Tecnologia (Best use of Technology) e outra destacando Hemerson Fernando de Souza como Melhor Executivo de Relações com Investidores (Best Investor Relations Officer).
 

"Esse prêmio atesta a seriedade, responsabilidade e, principalmente, a transparência que as Empresas Randon mantêm com seus investidores e com a sociedade, confirmando as nossas boas práticas de governança corporativa", destaca o diretor financeiro e de Relações com Investidores da Companhia, Geraldo Santa Catharina.
 

Em 2013, a Randon recebeu a distinção 'Melhor Relações com Investidores', na classificação por setor 'Bens Industriais' e também foi premiada nas categorias 'Melhor Web Site de RI' e 'Melhor encontro com a comunidade de analistas de investimentos'.
 
Fróes, Berlato Associadas
Coordenação/Porto Alegre: Gladis Berlato: gladis@froesberlato.com.br (51-3388.6848)
Em Caxias do Sul: Josiane Strey Corrêa: josiane.correa@randon.com.br e Régis Vargas: regis.vargas@randon.com.br (54-3239.4314)
Em São Paulo: Mecânica de Comunicação: meccanica@meccanica.com.br (11-3259.1719)
 

 
Veículo: InfoMoney
Data: 23/07/14
 

 
BNDES: independente da questão política, Brasil só vai crescer se elevar investimentos
 
"Independentemente da questão política, o Brasil so vai conseguir aumentar a taxa de crescimento se tiver investimento em infraestrutura. Este virou um item importante para o crescimento". É o que apontou o superintendente de mercado de capitais do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Caio Marcelo de Medeiros Melo, durante sua participação no 16º encontro Nacional de RI realizado pelo IBRI hoje em São Paulo. "Esta é uma questão mais importante para o Brasil do que o ciclo político", destacou em entrevista ao InfoMoney.
 
O superintendente também ressaltou que investir em infraestrutura não é apenas abrir uma estrada. "É um grande movimento que tem que existir. A gente acha que isso é inexorável, é fundamental para o País crescer. Neste cenário, o BNDES quer continuar atuante, seja com um produto tradicional de financiamento, seja com instrumentos do mercado de capitais, seja sendo acionista".
 
Medeiros Melo ressaltou ainda que o mercado de títulos corporativos precisa ser explorado no Brasil. O ano de 2014, ressaltou, foi um ano complexo mas, em 2015, haverá um foco grande na questão do acesso no mercado de uma maneira geral, priorizando a infraestrutura e buscando mais empresas no Bovespa Mais, reforçando a atuação com relação às debêntures de infraestrutura.
 

 

 
Veículo: Ibracon
Data: 23/07/14
 

 
Companhia aberta diminui participação no PIB
 
As 360 companhias abertas listadas na Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa) devem perder espaço na economia em 2014 e a sua participação percentual no produto interno bruto (PIB) brasileiro pode ficar abaixo dos 16,4% registrados em 2013, e bem inferior à fatia de 17,3% aferida em 2012, conforme dados divulgados no 16° Congresso de Relações com Investidores do Mercado de Capitais, iniciado ontem, em São Paulo.
 
"É difícil precisar como ficará essa participação em 2014 e difícil imaginar como será 2015. Mas a nossa preocupação maior é com a falta de investimentos e um nível de incertezas muito grande sobre o futuro. A disposição de investir com recursos próprios caiu muito, o nível de cautela está alto", apontou o presidente da Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), Antônio Castro, após participar do evento.
 
Castro considerou que apenas as grandes empresas estão conseguindo acesso a captações internacionais com um custo aceitável. "Evidente que quem tem crédito barato ou subsidiado [do BNDES] possui outra realidade", minimizou. "Mas outro problema é que os empresários estão sofrendo com uma inflação de custos sem poder repassar nos preços. A lucratividade está ameaçada e a própria receita líquida fica comprometida", completa.
 
Segundo o presidente da entidade, o desafio maior é superar a intervenção do governo na economia. "O governo diz - ah, isso não está bom, estão vamos dar mais crédito, ou vamos reduzir o IPI [imposto de produtos industrializados] para indústria X, Y ou Z - e isso, ao contrário gera insegurança, porque na verdade todo investidor gostaria de saber qual o valor adequado de cada coisa, sem interferência no mercado. Será positivo se o ministro da Fazenda não trouxer mais pacotes no segundo semestre", diz Castro.
 
O diretor de Depositary Receipts (recibos de ações) para América Latina do BNY Mellon, Nuno da Silva, informou que num questionário com 10 grandes investidores americanos com recursos de US$ 10,5 bilhões investidos no Brasil, apontou que 7 deles (70%) vão avaliar a questão política no Brasil no horizonte dos próximos 12 a 18 meses.
 
"Ainda há oportunidades de investimentos no Brasil, mas os investidores vão filtrar uma a uma essas empresas. No momento, o investidor está exigindo um desconto no Brasil, enquanto até 2011 existia um prêmio. As empresas brasileiras precisam trabalhar mais para fechar esses descontos", disse Nuno da Silva.
 
A realidade dos números mostra dificuldades. Castro antecipou números gerais do próximo anuário da Abrasca a ser divulgado até agosto. Em 2013, a receita líquida totalizou R$ 1,5 trilhão, um crescimento de "apenas" de 1,8% sobre o exercício anterior.
 
Ao mesmo tempo, o recolhimento de impostos continuou substancial, de R$ 72,4 bilhões, 4,3 % inferior a 2012. "Mas o fato positivo é que as companhias abertas alcançaram 2,5 milhões de empregos, uma alta expressiva de 6,2% nos postos de trabalho", afirmou Castro, da Abrasca.
 
Pesquisa com RIs
 
Estudo divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI) e a consultoria Deloitte com profissionais de Relações com Investidores (RIs) de 104 empresas brasileiras mostrou que para 22% dos entrevistados, o principal ponto de melhoria das áreas de RI é a expansão da base acionária, ou seja, do número de investidores. E na sequência, para 14% dos respondentes aparece o objetivo de melhorar a percepção da empresa para o investidor nacional, e 7% dos entrevistados pretende melhorar a percepção do valor para o investidor estrangeiro. "Mesmo as grandes empresas brasileiras ainda não possuem uma exposição adequada no exterior", considerou o presidente do conselho do IBRI, Geraldo Soares.
 

 
Veículo: Valor Econômico
Data: 23/07/14
 

 
Agenda
 
Relação com investidores
 
A 16ª edição do Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais, evento promovido anualmente por IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) e Abrasca, contará com a participação de experientes profissionais da área e do mercado de capitais local e internacional.
 

Data: 23 de julho
 

Horário: 8h30 às 18h
 

Local: Rua Dr. Plínio Barreto, 285 - Bela Vista. São Paulo
 

Informações: www.encontroderi.com.br/16/index.htm
 

Setor moveleiro
A ForMóbile (Feira Internacional de Fornecedores da Indústria Madeira e Móveis), maior feira do segmento na América Latina, completa a 6 ª edição em 2014.
 

Data: entre 29 de julho e 1º de agosto
 

Horário: das 13h às 20h
 

Local: Pavilhão Anhembi. Avenida Olavo Fontoura, 1209, Santana - São Paulo/SP.
 

Informações: (41) 3014 8787
 

 
Veículo: Valor Econômico
Data: 23/07/14
 

 
Efeito prático de incentivo a pequenas ainda vai demorar
 
Faltam alguns passos para que o incentivo fiscal dado pelo governo para atrair pequenas e médias empresas para a bolsa tenha efeito prático, de acordo com a avaliação de participantes do mercado de capitais brasileiro.
 

Dois deles são regulatórios. O primeiro é a conversão da Medida Provisória 651 em lei, para que não haja dúvidas sobre as regras, e o segundo é a publicação da nova versão da Instrução 476 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que vai permitir que se faça ofertas públicas com esforços restritos - ou seja, para um número reduzido de investidores - também a para a venda de ações, e não só instrumentos de renda fixa.
 

Segundo Cristiana Pereira, diretora de desenvolvimento de empresas da BM&FBovespa, nos países em que há um grande número de pequenas e médias empresas listadas em bolsa, é comum que se use mecanismos que facilitem a venda de ações apenas para investidores institucionais.
 

Cristiana diz que, embora alguns critiquem o fato de a isenção de Imposto de Renda sobre ganho de capital, de 15%, ter sido concedida apenas para pessoas físicas, na prática era apenas esse participante que ainda pagava IR nessa aplicação. "Os estrangeiros já são isentos no Brasil, assim como os fundos de investimento e os fundos de pensão", afirma. Restam ainda as pessoas jurídicas, mas a executiva diz que a participação delas como investidoras no mercado de bolsa é muito reduzida hoje.
 

Além das questões legais, contudo, há outros desafios para que o incentivo fiscal realmente atraia mais empresas para a bolsa.
 

De acordo com Reginaldo Alexandre, presidente da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec), questões como liquidez das ações e expectativas sobre os negócios são fundamentais para dar confiança ao investidor. "Com grandes empresas nacionais, com bastante liquidez, sendo negociadas a preços baixos, é difícil que o investidor queira comprar ações de empresas menores, sem liquidez." Ele acrescenta ainda que, quando se fala em uma economia crescendo a um ritmo de 1% ao ano, os investidores não se animam com o mercado brasileiro.
 

O presidente do conselho de administração do Ibri, Geraldo Soares, também contém o otimismo com a MP 651. "As medidas de incentivo podem ajudar. É mais uma tentativa, que deu certo em outros países. Mas o cenário atual do mercado, sem nenhuma oferta pública inicial no primeiro semestre, é de frustração", afirma.
 

Para Soares, um pilar que deve ser tratado para estimular o mercado de capitais brasileiro é o da educação. "Não é só no ensino básico ou no médio. Nem mesmo nas faculdades da área econômica há aulas de educação financeira."
 

Segundo o presidente da Abrasca, Antonio Castro, "o pacote do governo ajuda, mas a mudança de pensamento das próprias companhias é mais importante". Para ele, apesar de importante, a iniciativa do governo passa a ser mais complexa em um cenário no qual os setores de RI, forçados a reduzir custos, direcionam seu foco para investidores qualificados.
 

Executivos de grandes empresas reconhecem essa prioridade e caracterizam a relação com a pessoa física como passiva.
 

 
Veículo: Valor Econômico
Data: 23/07/14
 

 
SAs veem ações descontadas na bolsa
 
Soares, presidente do conselho do Ibri: o mais importante é que o RI diga o que ouve do mercado para mudar estratégia
 

Para 75% das empresas de capital aberto no Brasil existe uma lacuna entre o que a administração considera que a empresa vale e a percepção externa de analistas e investidores. A informação consta de pesquisa elaborada pela Deloitte, em parceria com o Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (Ibri), com 104 profissionais da área de RI, durante os meses de abril e maio deste ano. Segundo a pesquisa, 25% das empresas avaliam que a lacuna é grande, enquanto 50% consideram ela pequena.
 

O levantamento aponta ainda que o profissional de relações com investidores das companhias é o principal responsável para fechar esse vão de expectativas e tentar levar a cotação dos papéis na bolsa para o que a diretoria e o conselho da empresa consideram justo.
 

Para 16% dos respondentes, essa tarefa cabe especialmente ao executivo de RI, enquanto outros 55% avaliam que essa responsabilidade deve ser dividida entre ele e os principais líderes da companhia, informou Bruce Mescher, sócio da Deloitte que apresentou a pesquisa, no primeiro dia do 16º Encontro Nacional de RI e mercado de capitais, promovido pelo Ibri e pela Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), em São Paulo.
 

De acordo com Geraldo Soares, presidente do conselho de administração do Ibri, se o profissional de relações com investidores já é conhecido pelo seu papel de comunicador, ao divulgar informações financeiras e corporativas a investidores e analistas de mercado, ele deve se tornar mais completo e estratégico quando executar mais a tarefa de trazer de volta, para a administração, a percepção externa sobre a companhia.
 

Ainda segundo ele, até pouco tempo atrás um profissional de RI era elogiado quando mudava uma nota explicativa no balanço, ou quando melhorava a abertura de informações sobre o negócio aos analistas. "O mais importante agora é que ele traga as avaliações que ouve no mercado para mudar processos dentro da empresa. Para influenciar na estratégia", afirmou Soares, que ressalta a importância de a comunicação com investidores se dê em uma via de mão dupla. "Quando um investidor sugere algo, é porque quer ganhar dinheiro. É para melhorar a empresa."
 

O executivo lembra que estudos internacionais apontam que um bom trabalho de relações com investidores pode garantir um prêmio de 10% nos múltiplos das ações de uma empresa, enquanto um mau trabalho poderia gerar um desconto de 20%. "Uma diferença de 30%, em módulo, é muito dinheiro em qualquer lugar do mundo", disse.
 

Segundo o presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Leonardo Pereira, que esteve no evento, a missão do profissional de relações com investidores é estar ligado com outras funções dentro da companhia. Isso possibilita, segundo ele, que a atuação desse executivo seja vista como algo integrado. "Como regulador, tenho uma impressão muito positiva quando uma empresa vem à CVM e trás o diretor de RI junto. Ele precisa estar presente na hora de tomar decisões. RI tem a função de fazer mais do que é esperado", afirmou Pereira.
 

Um dos palestrantes do seminário, Líbano de Miranda Barroso, presidente da Via Varejo, reiterou a importância do profissional de RI estar envolvido nas decisões do negócio. "Nossa crença é que o RI precisa estar em outras áreas, ligado ao planejamento estratégico, comitê financeiro e de custos. Isso facilita o processo de levar informações aos investidores e analistas", afirmou.
 

Andre Dorf, presidente da CPFL Renováveis, disse que a companhia tenta se colocar no lugar do investidor para direcionar as conversas. Segundo ele, é preciso saber interpretar os sinais que os analistas e acionistas dão e saber "fazer o trabalho em casa". "Atuamos em geração de energia renovável, mas sabemos que no mercado dividimos atenção com transmissoras, geradoras e até mesmo com a NTN-B no mercado de renda fixa. É preciso estar atento para direcionar as discussões."
 

Segundo Marcelo Castelli, presidente da Fibria, o departamento de RI faz um planejamento anual para definir a atuação de cada área da empresa para atingir as metas. "Nossa equipe de RI tem três dimensões. A primeira é a capacidade de olhar o mercado, com encontro com analistas e tour com investidores. Em segundo vem a análise externa da equipe de relações com investidores, seguida pela escolha de um profissional de dentro da empresa para liderar a comunicação com o mercado, pois já sabe tudo o que está acontecendo", disse Castelli.
 

Para Carlos Lazar, diretor de RI da Kroton, que acaba de passar um processo de fusão, o foco durante a transação era não deixar nenhuma informação vazar para o mercado. "Agora temos um novo desafio. A base de acionistas quase dobrou e muitos investidores da Anhanguera não eram da Kroton. Então o trabalho agora é detalhar o sucesso da integração", afirma.
 

A defesa da aproximação da área de RI com a alta administração e as decisões estratégicas, que o Ibri procurou ressaltar ontem no lançamento da campanha "RI cria valor", é mais uma mudança de ênfase do que algo totalmente novo. De acordo com pesquisa da Deloitte-Ibri, em 94% das companhias abertas do Brasil o diretor da área de relações com investidores já participa de reuniões com o presidente-executivo da companhia. E o mesmo levantamento revela que em 81% dos casos o diretor de RI também participa do planejamento estratégico da empresa.
 

O acúmulo de funções, contudo, pode explicar parte dessa realidade. A pesquisa identificou que 72% dos diretores de relações com investidores acumulam outra função dentro da companhia. Desse subgrupo, 54% são também diretores financeiros das organizações em que atuam, ao passo que 17% são também presidentes executivos e 17% são diretores ou superintendentes de outras áreas.
 

Entre as áreas que os executivos de relações com investidores consideram que há mais espaço para melhorar aparece a ampliação da base acionária, com 22%, segundo Bruce Mescher, da Deloitte.
 

Ele destaca, porém, que a tarefa de atrair novos investidores não é percebida pelos mesmos executivos como a que mais cria valor. No primeiro lugar dessa lista aparece o trabalho de "gerenciar, executar e equilibrar as expectativas das partes interessadas", seguido por "gerenciar o fluxo de informações entre empresa e mercado".
 

Nesse "fluxo", a vice-presidente e diretora de relações com investidores da Mastercard, Barbara Gasper, destaca que é preciso ser sincero em dias de más notícias. "Quando eu trabalhava Raytheon, perdemos dois contratos importantes e nossas ações caíram pela metade em um dia. Fomos transparentes com o mercado sobre o motivo, informamos as providências que estávamos tomando e passamos confiança aos investidores", conta. Para ela, o diálogo do RI, neste caso, foi imprescindível para gerir a crise.
 

 
Veículo: Segs
Data: 23/07/14
 

 
OdontoPrev conquista o IR Magazine Awards Brazil 2014 no setor de saúde
 
A OdontoPrev foi premiada como empresa com Melhor Relações com Investidores do Setor de Saúde, no IR Magazine Awards - Brazil 2014. O evento de premiação, realizado no dia 22 de julho(terça-feira), ocorre simultaneamente em vários centros financeiros mundiais. No Brasil conta com apoio do Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI), da Revista RI e da Fundação Getúlio Vargas - FGV.
 
"Para a OdontoPrev é uma honra receber uma vez mais este reconhecimento, resultado de trabalho de time focado, que lida com tecnologia de ponta e aderente às melhores práticas internacionais de relacionamento com o mercado", disse José Roberto Pacheco, diretor de RI da empresa.
 
A OdontoPrev, empresa de capital aberto, é a líder em planos odontológicos na América Latina, com mais de 6 milhões de beneficiários. A rede de cirurgiões dentistas da OdontoPrev é altamente especializada, com aproximadamente 25 mil credenciados. A Companhia é listada no Novo Mercado da BM&FBovespa desde 2006, onde cada ação representa 1 voto, com prática de distribuição trimestral integral de resultados a acionistas, de 32 países.
 

 
Veículo: Dino
Data: 23/07/14
 

 
16º Encontro Nacional de RI: CEO's discutem a inteligência de RI nas empresas
 
A 16ª edição do Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais que aconteceu entre os dias 22 e 23 de julho, na FECOMERCIO, em São Paulo, abordou em um de seus paineis a Inteligência de RI nas Empresas, com moderação do presidente da ABRASCA, Antonio Castro. Ele enfatizou que a importância do profissional de RI dentro de uma empresa depende muito da cultura e do planejamento estratégico da própria companhia e também do próprio profissional de RI. "Como Jack Welch, executivo norte-americano, diz: o importante é a execução. Mas, sem planejamento estratégico não existe execução", afirmou, jogando a pergunta aos demais palestrantes: Como se dá a atuação do trabalho de RI na empresa?
 
André Dorf, CEO da CPFL Renováveis, citou o exemplo da companhia que abriu capital há apenas um ano. "A área de RI hoje demanda cada vez mais a integração de ferramentas para target de investidores e coberturas de analistas", explicou. Marcello Castelli, CEO da Fibria, observou que, por ter longa atuação no mercado de capitas, visto que a empresa já tem capital aberto há muitos anos, a Fibria alcançou uma maturidade, portanto, tem uma atuação mais avançada junto a investidores.
 
No quesito métricas, ele mencionou que saber discernir o que é confidencial em termos de informação é um quesito muito importante. "Fazemos planejamento estratégico, assim como quais as ações e papel de cada área para executar o que foi planejado. A função do RI moderno é o RI 3 D: tem que ter capacidade de olhar o mercado, boa relação de transparência e simetria de reforço", afirmou Castelli.
 
Fazer com que o mercado de capitais melhore o nível de aderência da companhia também está no escopo da Fibria, assim como faz parte do plano estratégico da companhia. "Em cima desse plano estratégico determina-se metas. A equipe é enxuta, mas de qualidade para desempenhar esse plano estratégico", revelou o executivo da Fibria. Segundo ele, as metas são mais qualitativas e as informações têm mais simetria. "Nosso RI diversifica o fluxo de recursos da companhia, está atento à volatilidade e performance de ações", encerrou.
 
Líbano de Miranda Barroso, CEO da Via Varejo, reforçou o papel do RI dentro da companhia. "Nossa visão de RI tem que estar na linha do negócio, participar do dia a dia da companhia", comentou
 
Papel Estratégico na Criação de Valor

O papel estratégico do RI na criação e preservação de valor, também foi apresentado no evento que em painel moderado por Geraldo Soares, presidente do Conselho de Administração do IBRI, contou com a presença de profissionais de RI de empresas de peso como a Vale e Kroton. Carla Miller, gerente de RI da Vale, relatou o grande papel que a área de RI ocupa dentro de uma empresa que ocupa primeiro lugar na movimentação de ADRs (do inglês American Depositaries Receipts) na Bolsa de Nova York. "Nossa área de RI conta hoje com 20 profissionais e foi dividida em quatro áreas. Em uma estrutura assim é melhor de se trabalhar", explicou.
 
Segundo ela, atualmente, a área de RI está trabalhando para trazer de volta investidores que venderam suas ações. "Estamos tentando trazer de volta grandes e pequenos investidores que venderam seus papeis. Estamos, portanto, com uma atuação bem mais ativa. Vamos a conferências e fazemos a equipe participar de road shows. Nosso CFO, CEO e RI também participam", relatou a gerente de RI da Vale.
 
Carlos Lazar, diretor de RI da Kroton, revelou a grande dinâmica que a área de RI ganhou na empresa desde a fusão com a Anhanguera. "Em 2010 fizemos uma mudança importante na área, que era sediada em Belo Horizonte, mas agora está mais atenta aos mercados de São Paulo e, desta forma, está mais fácil e próxima de investidores", explicou.
 
Marcelo Mesquita, sócio da Leblon Equities, observou que a área de RI das empresas passou por uma verdadeira revolução nos últimos 20 anos. "Antigamente fazia-se longas filas de office boys na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) para pegar as demonstrações financeiras. Hoje se tem o uso do vídeo, que é um recurso, no entanto, mais utilizado lá fora", comentou. Para ele com a tecnologia que se tem hoje, uma pessoa que tem apenas R$ 10 na Vale tem quase o mesmo nível de informação de uma pessoa que tem 10% em ações da companhia.
 

O 16º Encontro Nacional de RI é patrocinado pelas empresas: Apsis, Banco do Brasil, BM&FBOVESPA, Bloomberg, BNY Mellon, Bradesco, CEMIG, Chorus Call, Conference Call Wittel, Deloitte, Deutsche Bank, Diligent Board Member Services, Economatica, FIPECAFI, GreenbergTraurig, IOS, Intralinks, Itaú Unibanco, J.P.Morgan, Luz Publicidade, MZ, Petrobras, PwC, Quantum, RR Donnelley, SABESP, Santander, SulAmérica, TheMediaGroup, VALE e Valor Econômico.
 

Imprensa:
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Veículo: Difundir
Data: 23/07/14
 

 
16º Encontro Nacional de RI: CEO's discutem a inteligência de RI nas empresas
 
A 16ª edição do Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais que aconteceu entre os dias 22 e 23 de julho, na FECOMERCIO, em São Paulo, abordou em um de seus paineis a Inteligência de RI nas Empresas, com moderação do presidente da ABRASCA, Antonio Castro. Ele enfatizou que a importância do profissional de RI dentro de uma empresa depende muito da cultura e do planejamento estratégico da própria companhia e também do próprio profissional de RI. "Como Jack Welch, executivo norte-americano, diz: o importante é a execução. Mas, sem planejamento estratégico não existe execução", afirmou, jogando a pergunta aos demais palestrantes: Como se dá a atuação do trabalho de RI na empresa?
 
André Dorf, CEO da CPFL Renováveis, citou o exemplo da companhia que abriu capital há apenas um ano. "A área de RI hoje demanda cada vez mais a integração de ferramentas para target de investidores e coberturas de analistas", explicou. Marcello Castelli, CEO da Fibria, observou que, por ter longa atuação no mercado de capitas, visto que a empresa já tem capital aberto há muitos anos, a Fibria alcançou uma maturidade, portanto, tem uma atuação mais avançada junto a investidores.
 
No quesito métricas, ele mencionou que saber discernir o que é confidencial em termos de informação é um quesito muito importante. "Fazemos planejamento estratégico, assim como quais as ações e papel de cada área para executar o que foi planejado. A função do RI moderno é o RI 3 D: tem que ter capacidade de olhar o mercado, boa relação de transparência e simetria de reforço", afirmou Castelli.
 
Fazer com que o mercado de capitais melhore o nível de aderência da companhia também está no escopo da Fibria, assim como faz parte do plano estratégico da companhia. "Em cima desse plano estratégico determina-se metas. A equipe é enxuta, mas de qualidade para desempenhar esse plano estratégico", revelou o executivo da Fibria. Segundo ele, as metas são mais qualitativas e as informações têm mais simetria. "Nosso RI diversifica o fluxo de recursos da companhia, está atento à volatilidade e performance de ações", encerrou.
 
Líbano de Miranda Barroso, CEO da Via Varejo, reforçou o papel do RI dentro da companhia. "Nossa visão de RI tem que estar na linha do negócio, participar do dia a dia da companhia", comentou
 
Papel Estratégico na Criação de Valor

O papel estratégico do RI na criação e preservação de valor, também foi apresentado no evento que em painel moderado por Geraldo Soares, presidente do Conselho de Administração do IBRI, contou com a presença de profissionais de RI de empresas de peso como a Vale e Kroton. Carla Miller, gerente de RI da Vale, relatou o grande papel que a área de RI ocupa dentro de uma empresa que ocupa primeiro lugar na movimentação de ADRs (do inglês American Depositaries Receipts) na Bolsa de Nova York. "Nossa área de RI conta hoje com 20 profissionais e foi dividida em quatro áreas. Em uma estrutura assim é melhor de se trabalhar", explicou.
 
Segundo ela, atualmente, a área de RI está trabalhando para trazer de volta investidores que venderam suas ações. "Estamos tentando trazer de volta grandes e pequenos investidores que venderam seus papeis. Estamos, portanto, com uma atuação bem mais ativa. Vamos a conferências e fazemos a equipe participar de road shows. Nosso CFO, CEO e RI também participam", relatou a gerente de RI da Vale.
 
Carlos Lazar, diretor de RI da Kroton, revelou a grande dinâmica que a área de RI ganhou na empresa desde a fusão com a Anhanguera. "Em 2010 fizemos uma mudança importante na área, que era sediada em Belo Horizonte, mas agora está mais atenta aos mercados de São Paulo e, desta forma, está mais fácil e próxima de investidores", explicou.
 
Marcelo Mesquita, sócio da Leblon Equities, observou que a área de RI das empresas passou por uma verdadeira revolução nos últimos 20 anos. "Antigamente fazia-se longas filas de office boys na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) para pegar as demonstrações financeiras. Hoje se tem o uso do vídeo, que é um recurso, no entanto, mais utilizado lá fora", comentou. Para ele com a tecnologia que se tem hoje, uma pessoa que tem apenas R$ 10 na Vale tem quase o mesmo nível de informação de uma pessoa que tem 10% em ações da companhia.
 

O 16º Encontro Nacional de RI é patrocinado pelas empresas: Apsis, Banco do Brasil, BM&FBOVESPA, Bloomberg, BNY Mellon, Bradesco, CEMIG, Chorus Call, Conference Call Wittel, Deloitte, Deutsche Bank, Diligent Board Member Services, Economatica, FIPECAFI, GreenbergTraurig, IOS, Intralinks, Itaú Unibanco, J.P.Morgan, Luz Publicidade, MZ, Petrobras, PwC, Quantum, RR Donnelley, SABESP, Santander, SulAmérica, TheMediaGroup, VALE e Valor Econômico.
 

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16º Encontro Nacional de RI: CEO's discutem a inteligência de RI nas empresas
 
A 16ª edição do Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais que aconteceu entre os dias 22 e 23 de julho, na FECOMERCIO, em São Paulo, abordou em um de seus paineis a Inteligência de RI nas Empresas, com moderação do presidente da ABRASCA, Antonio Castro. Ele enfatizou que a importância do profissional de RI dentro de uma empresa depende muito da cultura e do planejamento estratégico da própria companhia e também do próprio profissional de RI. "Como Jack Welch, executivo norte-americano, diz: o importante é a execução. Mas, sem planejamento estratégico não existe execução", afirmou, jogando a pergunta aos demais palestrantes: Como se dá a atuação do trabalho de RI na empresa?
 
André Dorf, CEO da CPFL Renováveis, citou o exemplo da companhia que abriu capital há apenas um ano. "A área de RI hoje demanda cada vez mais a integração de ferramentas para target de investidores e coberturas de analistas", explicou. Marcello Castelli, CEO da Fibria, observou que, por ter longa atuação no mercado de capitas, visto que a empresa já tem capital aberto há muitos anos, a Fibria alcançou uma maturidade, portanto, tem uma atuação mais avançada junto a investidores.
 
No quesito métricas, ele mencionou que saber discernir o que é confidencial em termos de informação é um quesito muito importante. "Fazemos planejamento estratégico, assim como quais as ações e papel de cada área para executar o que foi planejado. A função do RI moderno é o RI 3 D: tem que ter capacidade de olhar o mercado, boa relação de transparência e simetria de reforço", afirmou Castelli.
 
Fazer com que o mercado de capitais melhore o nível de aderência da companhia também está no escopo da Fibria, assim como faz parte do plano estratégico da companhia. "Em cima desse plano estratégico determina-se metas. A equipe é enxuta, mas de qualidade para desempenhar esse plano estratégico", revelou o executivo da Fibria. Segundo ele, as metas são mais qualitativas e as informações têm mais simetria. "Nosso RI diversifica o fluxo de recursos da companhia, está atento à volatilidade e performance de ações", encerrou.
 
Líbano de Miranda Barroso, CEO da Via Varejo, reforçou o papel do RI dentro da companhia. "Nossa visão de RI tem que estar na linha do negócio, participar do dia a dia da companhia", comentou
 
Papel Estratégico na Criação de Valor

O papel estratégico do RI na criação e preservação de valor, também foi apresentado no evento que em painel moderado por Geraldo Soares, presidente do Conselho de Administração do IBRI, contou com a presença de profissionais de RI de empresas de peso como a Vale e Kroton. Carla Miller, gerente de RI da Vale, relatou o grande papel que a área de RI ocupa dentro de uma empresa que ocupa primeiro lugar na movimentação de ADRs (do inglês American Depositaries Receipts) na Bolsa de Nova York. "Nossa área de RI conta hoje com 20 profissionais e foi dividida em quatro áreas. Em uma estrutura assim é melhor de se trabalhar", explicou.
 
Segundo ela, atualmente, a área de RI está trabalhando para trazer de volta investidores que venderam suas ações. "Estamos tentando trazer de volta grandes e pequenos investidores que venderam seus papeis. Estamos, portanto, com uma atuação bem mais ativa. Vamos a conferências e fazemos a equipe participar de road shows. Nosso CFO, CEO e RI também participam", relatou a gerente de RI da Vale.
 
Carlos Lazar, diretor de RI da Kroton, revelou a grande dinâmica que a área de RI ganhou na empresa desde a fusão com a Anhanguera. "Em 2010 fizemos uma mudança importante na área, que era sediada em Belo Horizonte, mas agora está mais atenta aos mercados de São Paulo e, desta forma, está mais fácil e próxima de investidores", explicou.
 
Marcelo Mesquita, sócio da Leblon Equities, observou que a área de RI das empresas passou por uma verdadeira revolução nos últimos 20 anos. "Antigamente fazia-se longas filas de office boys na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) para pegar as demonstrações financeiras. Hoje se tem o uso do vídeo, que é um recurso, no entanto, mais utilizado lá fora", comentou. Para ele com a tecnologia que se tem hoje, uma pessoa que tem apenas R$ 10 na Vale tem quase o mesmo nível de informação de uma pessoa que tem 10% em ações da companhia.
 

O 16º Encontro Nacional de RI é patrocinado pelas empresas: Apsis, Banco do Brasil, BM&FBOVESPA, Bloomberg, BNY Mellon, Bradesco, CEMIG, Chorus Call, Conference Call Wittel, Deloitte, Deutsche Bank, Diligent Board Member Services, Economatica, FIPECAFI, GreenbergTraurig, IOS, Intralinks, Itaú Unibanco, J.P.Morgan, Luz Publicidade, MZ, Petrobras, PwC, Quantum, RR Donnelley, SABESP, Santander, SulAmérica, TheMediaGroup, VALE e Valor Econômico.
 

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16º Encontro Nacional de RI: CEO's discutem a inteligência de RI nas empresas
 
A 16ª edição do Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais que aconteceu entre os dias 22 e 23 de julho, na FECOMERCIO, em São Paulo, abordou em um de seus paineis a Inteligência de RI nas Empresas, com moderação do presidente da ABRASCA, Antonio Castro. Ele enfatizou que a importância do profissional de RI dentro de uma empresa depende muito da cultura e do planejamento estratégico da própria companhia e também do próprio profissional de RI. "Como Jack Welch, executivo norte-americano, diz: o importante é a execução. Mas, sem planejamento estratégico não existe execução", afirmou, jogando a pergunta aos demais palestrantes: Como se dá a atuação do trabalho de RI na empresa?
 
André Dorf, CEO da CPFL Renováveis, citou o exemplo da companhia que abriu capital há apenas um ano. "A área de RI hoje demanda cada vez mais a integração de ferramentas para target de investidores e coberturas de analistas", explicou. Marcello Castelli, CEO da Fibria, observou que, por ter longa atuação no mercado de capitas, visto que a empresa já tem capital aberto há muitos anos, a Fibria alcançou uma maturidade, portanto, tem uma atuação mais avançada junto a investidores.
 
No quesito métricas, ele mencionou que saber discernir o que é confidencial em termos de informação é um quesito muito importante. "Fazemos planejamento estratégico, assim como quais as ações e papel de cada área para executar o que foi planejado. A função do RI moderno é o RI 3 D: tem que ter capacidade de olhar o mercado, boa relação de transparência e simetria de reforço", afirmou Castelli.
 
Fazer com que o mercado de capitais melhore o nível de aderência da companhia também está no escopo da Fibria, assim como faz parte do plano estratégico da companhia. "Em cima desse plano estratégico determina-se metas. A equipe é enxuta, mas de qualidade para desempenhar esse plano estratégico", revelou o executivo da Fibria. Segundo ele, as metas são mais qualitativas e as informações têm mais simetria. "Nosso RI diversifica o fluxo de recursos da companhia, está atento à volatilidade e performance de ações", encerrou.
 
Líbano de Miranda Barroso, CEO da Via Varejo, reforçou o papel do RI dentro da companhia. "Nossa visão de RI tem que estar na linha do negócio, participar do dia a dia da companhia", comentou
 
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Segundo ela, atualmente, a área de RI está trabalhando para trazer de volta investidores que venderam suas ações. "Estamos tentando trazer de volta grandes e pequenos investidores que venderam seus papeis. Estamos, portanto, com uma atuação bem mais ativa. Vamos a conferências e fazemos a equipe participar de road shows. Nosso CFO, CEO e RI também participam", relatou a gerente de RI da Vale.
 
Carlos Lazar, diretor de RI da Kroton, revelou a grande dinâmica que a área de RI ganhou na empresa desde a fusão com a Anhanguera. "Em 2010 fizemos uma mudança importante na área, que era sediada em Belo Horizonte, mas agora está mais atenta aos mercados de São Paulo e, desta forma, está mais fácil e próxima de investidores", explicou.
 
Marcelo Mesquita, sócio da Leblon Equities, observou que a área de RI das empresas passou por uma verdadeira revolução nos últimos 20 anos. "Antigamente fazia-se longas filas de office boys na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) para pegar as demonstrações financeiras. Hoje se tem o uso do vídeo, que é um recurso, no entanto, mais utilizado lá fora", comentou. Para ele com a tecnologia que se tem hoje, uma pessoa que tem apenas R$ 10 na Vale tem quase o mesmo nível de informação de uma pessoa que tem 10% em ações da companhia.
 

O 16º Encontro Nacional de RI é patrocinado pelas empresas: Apsis, Banco do Brasil, BM&FBOVESPA, Bloomberg, BNY Mellon, Bradesco, CEMIG, Chorus Call, Conference Call Wittel, Deloitte, Deutsche Bank, Diligent Board Member Services, Economatica, FIPECAFI, GreenbergTraurig, IOS, Intralinks, Itaú Unibanco, J.P.Morgan, Luz Publicidade, MZ, Petrobras, PwC, Quantum, RR Donnelley, SABESP, Santander, SulAmérica, TheMediaGroup, VALE e Valor Econômico.
 

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Veículo: Dino
Data: 23/07/14
 

 
16º Encontro Nacional de RI: perspectivas macroeconômicas e para mercado de capitais
 
"O crescimento global surpreendeu para pior", destacou David Beker, chefe de economia e estratégia de renda fixa para Brasil do Bank of America Merrill Lynch, na 16ª edição do Encontro Nacional de RI e Mercado de Capitais, evento promovido pelo IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) e ABRASCA (Associação Brasileira das Companhias Abertas) entre os dias 22 e 23 de julho, na FECOMERCIO, em São Paulo.
 
Segundo ele, a perspectiva de alta na taxa de juros dos Estados Unidos, inclusive a taxa de risk free criam um ambiente menos favorável para mercados emergentes, como o Brasil. "Esse processo pode ser mais lento porque a economia norte-americana está demorando um pouco para se recuperar, mas os países emergentes devem estar atentos para a questão", comentou. Rafael Guedes, diretor executivo da Fitch Ratings Brasil, salientou, que a economia europeia está em recuperação, o que pode ser percebido nas taxas de rating de países como a Espanha.
 
Ele mencionou que a desaceleração da economia chinesa terá impacto nos países da América Latina. "O México tem um sistema bancário muito sólido e capitalizado", ressaltou Guedes ao informar que apesar disso, o México cresceu muito pouco em 2013. O executivo do Fitch Ratings Brasil também se lembrou do crescimento brasileiro abaixo da expectativa e da recessão na Argentina e Venezuela.
 
Nuno da Silva, diretor de DRs para América Latina do BNY Mellon, comentou sobre o México e disse que o país está em melhor situação que podem ser comprovadas pela retomada de investimentos. Para ele o Brasil teve um período áureo nos últimos 10 anos que confluíram a seu favor, no entanto, será difícil retomar esse período, e portanto, o país deve encontrar outras opções de investimentos.
 
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16º Encontro Nacional de RI: perspectivas macroeconômicas e para mercado de capitais
 
"O crescimento global surpreendeu para pior", destacou David Beker, chefe de economia e estratégia de renda fixa para Brasil do Bank of America Merrill Lynch, na 16ª edição do Encontro Nacional de RI e Mercado de Capitais, evento promovido pelo IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) e ABRASCA (Associação Brasileira das Companhias Abertas) entre os dias 22 e 23 de julho, na FECOMERCIO, em São Paulo.
 
Segundo ele, a perspectiva de alta na taxa de juros dos Estados Unidos, inclusive a taxa de risk free criam um ambiente menos favorável para mercados emergentes, como o Brasil. "Esse processo pode ser mais lento porque a economia norte-americana está demorando um pouco para se recuperar, mas os países emergentes devem estar atentos para a questão", comentou. Rafael Guedes, diretor executivo da Fitch Ratings Brasil, salientou, que a economia europeia está em recuperação, o que pode ser percebido nas taxas de rating de países como a Espanha.
 
Ele mencionou que a desaceleração da economia chinesa terá impacto nos países da América Latina. "O México tem um sistema bancário muito sólido e capitalizado", ressaltou Guedes ao informar que apesar disso, o México cresceu muito pouco em 2013. O executivo do Fitch Ratings Brasil também se lembrou do crescimento brasileiro abaixo da expectativa e da recessão na Argentina e Venezuela.
 
Nuno da Silva, diretor de DRs para América Latina do BNY Mellon, comentou sobre o México e disse que o país está em melhor situação que podem ser comprovadas pela retomada de investimentos. Para ele o Brasil teve um período áureo nos últimos 10 anos que confluíram a seu favor, no entanto, será difícil retomar esse período, e portanto, o país deve encontrar outras opções de investimentos.
 
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"O crescimento global surpreendeu para pior", destacou David Beker, chefe de economia e estratégia de renda fixa para Brasil do Bank of America Merrill Lynch, na 16ª edição do Encontro Nacional de RI e Mercado de Capitais, evento promovido pelo IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) e ABRASCA (Associação Brasileira das Companhias Abertas) entre os dias 22 e 23 de julho, na FECOMERCIO, em São Paulo.
 
Segundo ele, a perspectiva de alta na taxa de juros dos Estados Unidos, inclusive a taxa de risk free criam um ambiente menos favorável para mercados emergentes, como o Brasil. "Esse processo pode ser mais lento porque a economia norte-americana está demorando um pouco para se recuperar, mas os países emergentes devem estar atentos para a questão", comentou. Rafael Guedes, diretor executivo da Fitch Ratings Brasil, salientou, que a economia europeia está em recuperação, o que pode ser percebido nas taxas de rating de países como a Espanha.
 
Ele mencionou que a desaceleração da economia chinesa terá impacto nos países da América Latina. "O México tem um sistema bancário muito sólido e capitalizado", ressaltou Guedes ao informar que apesar disso, o México cresceu muito pouco em 2013. O executivo do Fitch Ratings Brasil também se lembrou do crescimento brasileiro abaixo da expectativa e da recessão na Argentina e Venezuela.
 
Nuno da Silva, diretor de DRs para América Latina do BNY Mellon, comentou sobre o México e disse que o país está em melhor situação que podem ser comprovadas pela retomada de investimentos. Para ele o Brasil teve um período áureo nos últimos 10 anos que confluíram a seu favor, no entanto, será difícil retomar esse período, e portanto, o país deve encontrar outras opções de investimentos.
 
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"O crescimento global surpreendeu para pior", destacou David Beker, chefe de economia e estratégia de renda fixa para Brasil do Bank of America Merrill Lynch, na 16ª edição do Encontro Nacional de RI e Mercado de Capitais, evento promovido pelo IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) e ABRASCA (Associação Brasileira das Companhias Abertas) entre os dias 22 e 23 de julho, na FECOMERCIO, em São Paulo.
 
Segundo ele, a perspectiva de alta na taxa de juros dos Estados Unidos, inclusive a taxa de risk free criam um ambiente menos favorável para mercados emergentes, como o Brasil. "Esse processo pode ser mais lento porque a economia norte-americana está demorando um pouco para se recuperar, mas os países emergentes devem estar atentos para a questão", comentou. Rafael Guedes, diretor executivo da Fitch Ratings Brasil, salientou, que a economia europeia está em recuperação, o que pode ser percebido nas taxas de rating de países como a Espanha.
 
Ele mencionou que a desaceleração da economia chinesa terá impacto nos países da América Latina. "O México tem um sistema bancário muito sólido e capitalizado", ressaltou Guedes ao informar que apesar disso, o México cresceu muito pouco em 2013. O executivo do Fitch Ratings Brasil também se lembrou do crescimento brasileiro abaixo da expectativa e da recessão na Argentina e Venezuela.
 
Nuno da Silva, diretor de DRs para América Latina do BNY Mellon, comentou sobre o México e disse que o país está em melhor situação que podem ser comprovadas pela retomada de investimentos. Para ele o Brasil teve um período áureo nos últimos 10 anos que confluíram a seu favor, no entanto, será difícil retomar esse período, e portanto, o país deve encontrar outras opções de investimentos.
 
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Encontro de RI: Empresas devem se preparar com antecedência para crises
Profissionais comentam os principais aspectos a serem observados pelas companhias ao se depararem em situações adversas
 
À medida que o tempo passa a incidência e intensidade de crises tem amentado ao longo dos anos. A contestação foi feita por Ana Rosa, diretora e especialista em Gestão de Crises & Resiliência Operacional da PwC, que moderou o painel Gestão de Crise para RI, na 16ª edição do Encontro Nacional de RI e Mercado de Capitas, evento organizado pelo IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) e pela ABRSCA (Associação Brasileira das Companhias Abertas). O Encontro aconteceu nos dias 22 e 23 de julho, na FECOMERCIO, em São Paulo.
 
O RI é parte fundamental para minimizar uma crise, como salientou Ana Rosa, ao garantir que o investidor tenha acesso às informações de forma tempestiva e, sobretudo, fornecendo informações positivas e negativas. Segundo a executiva, o RI deve atender as dúvidas e questionamentos por mais exaustivo que seja, explicando de que forma o evento vai influenciar o negócio. "A gestão eficaz de RI em momentos de crise pode se transformar em vantagem competitiva", concluiu.
 
Alcides Ferreira, diretor da FSB Relações com Investidores, disse que atualmente o número de stakeholders interagindo com a empresa é muito maior, inclusive, aqueles que podem causar estragos, visto que o acesso a internet é amplo. Dentre as dicas sugeridas por ele, destacam-se: apurar com rapidez o que disparou a crise, definir o porta voz a lidar com o assunto, determinar o posicionamento da empresa e se foi cometido um erro, assumi-lo e tentar consertá-lo. De acordo com ele, as empresas não se preparam com antecedência do que pode ser uma crise para ela.
 
Roger Oey, especialista sênior de Renda Variável da Bloomberg, também concorda que as empresas não se preparam para crises e enfatizou que com sua experiência acompanhou a evolução em determinados assuntos e pouca em outros e o gerenciamento de crise é um deles. Ele chamou atenção para que as companhias entendam o conceito e a importância do tema.
 
Na Cemig há crises diariamente, como explicou Luiz Fernando Rolla, diretor de Finanças e Relações com Investidores da empresa. Segundo ele, todas as crises são tratadas da mesma maneira e o mais importante é que todos os colaboradores da empresa estejam preparadas, desde o eletricista até os gestores. "Só se consegue a reação adequada se as pessoas forem bem treinadas", analisou ao enfatizar a importância das pessoas diretamente ligadas a crise darem a cara, demonstrando a credibilidade da empresa.
 
O 16º Encontro Nacional de RI é patrocinado pelas empresas: Apsis, Banco do Brasil, BM&FBOVESPA, Bloomberg, BNY Mellon, Bradesco, CEMIG, Chorus Call, Conference Call Wittel, Deloitte, Deutsche Bank, Diligent Board Member Services, Economatica, FIPECAFI, GreenbergTraurig, IOS, Intralinks, Itaú Unibanco, J.P.Morgan, Luz Publicidade, MZ, Petrobras, PwC, Quantum, RR Donnelley, SABESP, Santander, SulAmérica, TheMediaGroup, VALE e Valor Econômico.
 
 
 
Imprensa:
 
Assessoria de Imprensa do IBRI
 
Digital Assessoria Comunicação Integrada
 
Rodney Vergili / Jennifer Almeida
 
Fones: (11) 5081-6064 / (11) 5904-2681 / (11) 5579-2918
 
Cel (11) 9 9123-5962
 
http://www.digitalassessoria.com.br
 
Twitter: ibri_br
 
Twitter: digitalcomunica
 
skype: rodneyvergili
 
rodney@digitalassessoria.com.br
 

 
Veículo: Difundir
Data: 23/07/14
 

 
Encontro de RI: Empresas devem se preparar com antecedência para crises
Profissionais comentam os principais aspectos a serem observados pelas companhias ao se depararem em situações adversas
 
À medida que o tempo passa a incidência e intensidade de crises tem amentado ao longo dos anos. A contestação foi feita por Ana Rosa, diretora e especialista em Gestão de Crises & Resiliência Operacional da PwC, que moderou o painel Gestão de Crise para RI, na 16ª edição do Encontro Nacional de RI e Mercado de Capitas, evento organizado pelo IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) e pela ABRSCA (Associação Brasileira das Companhias Abertas). O Encontro aconteceu nos dias 22 e 23 de julho, na FECOMERCIO, em São Paulo.
 
O RI é parte fundamental para minimizar uma crise, como salientou Ana Rosa, ao garantir que o investidor tenha acesso às informações de forma tempestiva e, sobretudo, fornecendo informações positivas e negativas. Segundo a executiva, o RI deve atender as dúvidas e questionamentos por mais exaustivo que seja, explicando de que forma o evento vai influenciar o negócio. "A gestão eficaz de RI em momentos de crise pode se transformar em vantagem competitiva", concluiu.
 
Alcides Ferreira, diretor da FSB Relações com Investidores, disse que atualmente o número de stakeholders interagindo com a empresa é muito maior, inclusive, aqueles que podem causar estragos, visto que o acesso a internet é amplo. Dentre as dicas sugeridas por ele, destacam-se: apurar com rapidez o que disparou a crise, definir o porta voz a lidar com o assunto, determinar o posicionamento da empresa e se foi cometido um erro, assumi-lo e tentar consertá-lo. De acordo com ele, as empresas não se preparam com antecedência do que pode ser uma crise para ela.
 
Roger Oey, especialista sênior de Renda Variável da Bloomberg, também concorda que as empresas não se preparam para crises e enfatizou que com sua experiência acompanhou a evolução em determinados assuntos e pouca em outros e o gerenciamento de crise é um deles. Ele chamou atenção para que as companhias entendam o conceito e a importância do tema.
 
Na Cemig há crises diariamente, como explicou Luiz Fernando Rolla, diretor de Finanças e Relações com Investidores da empresa. Segundo ele, todas as crises são tratadas da mesma maneira e o mais importante é que todos os colaboradores da empresa estejam preparadas, desde o eletricista até os gestores. "Só se consegue a reação adequada se as pessoas forem bem treinadas", analisou ao enfatizar a importância das pessoas diretamente ligadas a crise darem a cara, demonstrando a credibilidade da empresa.
 
O 16º Encontro Nacional de RI é patrocinado pelas empresas: Apsis, Banco do Brasil, BM&FBOVESPA, Bloomberg, BNY Mellon, Bradesco, CEMIG, Chorus Call, Conference Call Wittel, Deloitte, Deutsche Bank, Diligent Board Member Services, Economatica, FIPECAFI, GreenbergTraurig, IOS, Intralinks, Itaú Unibanco, J.P.Morgan, Luz Publicidade, MZ, Petrobras, PwC, Quantum, RR Donnelley, SABESP, Santander, SulAmérica, TheMediaGroup, VALE e Valor Econômico.
 
 
 
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Veículo: Dihitt
Data: 23/07/14
 

 
Encontro de RI: Empresas devem se preparar com antecedência para crises
Profissionais comentam os principais aspectos a serem observados pelas companhias ao se depararem em situações adversas
 
À medida que o tempo passa a incidência e intensidade de crises tem amentado ao longo dos anos. A contestação foi feita por Ana Rosa, diretora e especialista em Gestão de Crises & Resiliência Operacional da PwC, que moderou o painel Gestão de Crise para RI, na 16ª edição do Encontro Nacional de RI e Mercado de Capitas, evento organizado pelo IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) e pela ABRSCA (Associação Brasileira das Companhias Abertas). O Encontro aconteceu nos dias 22 e 23 de julho, na FECOMERCIO, em São Paulo.
 
O RI é parte fundamental para minimizar uma crise, como salientou Ana Rosa, ao garantir que o investidor tenha acesso às informações de forma tempestiva e, sobretudo, fornecendo informações positivas e negativas. Segundo a executiva, o RI deve atender as dúvidas e questionamentos por mais exaustivo que seja, explicando de que forma o evento vai influenciar o negócio. "A gestão eficaz de RI em momentos de crise pode se transformar em vantagem competitiva", concluiu.
 
Alcides Ferreira, diretor da FSB Relações com Investidores, disse que atualmente o número de stakeholders interagindo com a empresa é muito maior, inclusive, aqueles que podem causar estragos, visto que o acesso a internet é amplo. Dentre as dicas sugeridas por ele, destacam-se: apurar com rapidez o que disparou a crise, definir o porta voz a lidar com o assunto, determinar o posicionamento da empresa e se foi cometido um erro, assumi-lo e tentar consertá-lo. De acordo com ele, as empresas não se preparam com antecedência do que pode ser uma crise para ela.
 
Roger Oey, especialista sênior de Renda Variável da Bloomberg, também concorda que as empresas não se preparam para crises e enfatizou que com sua experiência acompanhou a evolução em determinados assuntos e pouca em outros e o gerenciamento de crise é um deles. Ele chamou atenção para que as companhias entendam o conceito e a importância do tema.
 
Na Cemig há crises diariamente, como explicou Luiz Fernando Rolla, diretor de Finanças e Relações com Investidores da empresa. Segundo ele, todas as crises são tratadas da mesma maneira e o mais importante é que todos os colaboradores da empresa estejam preparadas, desde o eletricista até os gestores. "Só se consegue a reação adequada se as pessoas forem bem treinadas", analisou ao enfatizar a importância das pessoas diretamente ligadas a crise darem a cara, demonstrando a credibilidade da empresa.
 
O 16º Encontro Nacional de RI é patrocinado pelas empresas: Apsis, Banco do Brasil, BM&FBOVESPA, Bloomberg, BNY Mellon, Bradesco, CEMIG, Chorus Call, Conference Call Wittel, Deloitte, Deutsche Bank, Diligent Board Member Services, Economatica, FIPECAFI, GreenbergTraurig, IOS, Intralinks, Itaú Unibanco, J.P.Morgan, Luz Publicidade, MZ, Petrobras, PwC, Quantum, RR Donnelley, SABESP, Santander, SulAmérica, TheMediaGroup, VALE e Valor Econômico.
 
 
 
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Veículo: JorNow
Data: 23/07/14
 

 
Encontro de RI: Empresas devem se preparar com antecedência para crises
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À medida que o tempo passa a incidência e intensidade de crises tem amentado ao longo dos anos. A contestação foi feita por Ana Rosa, diretora e especialista em Gestão de Crises & Resiliência Operacional da PwC, que moderou o painel Gestão de Crise para RI, na 16ª edição do Encontro Nacional de RI e Mercado de Capitas, evento organizado pelo IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) e pela ABRSCA (Associação Brasileira das Companhias Abertas). O Encontro aconteceu nos dias 22 e 23 de julho, na FECOMERCIO, em São Paulo.
 
O RI é parte fundamental para minimizar uma crise, como salientou Ana Rosa, ao garantir que o investidor tenha acesso às informações de forma tempestiva e, sobretudo, fornecendo informações positivas e negativas. Segundo a executiva, o RI deve atender as dúvidas e questionamentos por mais exaustivo que seja, explicando de que forma o evento vai influenciar o negócio. "A gestão eficaz de RI em momentos de crise pode se transformar em vantagem competitiva", concluiu.
 
Alcides Ferreira, diretor da FSB Relações com Investidores, disse que atualmente o número de stakeholders interagindo com a empresa é muito maior, inclusive, aqueles que podem causar estragos, visto que o acesso a internet é amplo. Dentre as dicas sugeridas por ele, destacam-se: apurar com rapidez o que disparou a crise, definir o porta voz a lidar com o assunto, determinar o posicionamento da empresa e se foi cometido um erro, assumi-lo e tentar consertá-lo. De acordo com ele, as empresas não se preparam com antecedência do que pode ser uma crise para ela.
 
Roger Oey, especialista sênior de Renda Variável da Bloomberg, também concorda que as empresas não se preparam para crises e enfatizou que com sua experiência acompanhou a evolução em determinados assuntos e pouca em outros e o gerenciamento de crise é um deles. Ele chamou atenção para que as companhias entendam o conceito e a importância do tema.
 
Na Cemig há crises diariamente, como explicou Luiz Fernando Rolla, diretor de Finanças e Relações com Investidores da empresa. Segundo ele, todas as crises são tratadas da mesma maneira e o mais importante é que todos os colaboradores da empresa estejam preparadas, desde o eletricista até os gestores. "Só se consegue a reação adequada se as pessoas forem bem treinadas", analisou ao enfatizar a importância das pessoas diretamente ligadas a crise darem a cara, demonstrando a credibilidade da empresa.
 
O 16º Encontro Nacional de RI é patrocinado pelas empresas: Apsis, Banco do Brasil, BM&FBOVESPA, Bloomberg, BNY Mellon, Bradesco, CEMIG, Chorus Call, Conference Call Wittel, Deloitte, Deutsche Bank, Diligent Board Member Services, Economatica, FIPECAFI, GreenbergTraurig, IOS, Intralinks, Itaú Unibanco, J.P.Morgan, Luz Publicidade, MZ, Petrobras, PwC, Quantum, RR Donnelley, SABESP, Santander, SulAmérica, TheMediaGroup, VALE e Valor Econômico.
 
 
 
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Veículo: Dino
Data: 23/07/14
 

 
Giannetti da Fonseca encerra encontro Nacional de Relações com Investidores
 
O 16º Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais, no seu encerramento, contou com a presença do economista e sociólogo Eduardo Giannetti da Fonseca que fez um balanço macroeconômico do governo da presidenta Dilma Roussef.
 
Giannetti apresentou o passo a passo de como se deu a deterioração do setor macroeconômico que fez o país sair de um crescimento vigoroso que teve seu ápice no ano de 2010, quando o PIB cresceu 7,5%, "para um crescimento que dificilmente será superior a 1%", apregoou. "Nossa meta era de 4,5% ao ano. E ainda estamos com uma inflação de 6,5% ao ano, o que realmente é perigoso".
 
Um dos pontos nevrálgicos e que levou o país a um cenário de incertezas, segundo ele, é o baixo nível de investimentos em relação ao PIB. "O governo arrecada 40% e investe apenas 2,5% do PIB", afirma.
 
Giannetti encerrou a sua palestra apontando caminhos para a economia brasileira a partir de três cenários. "No primeiro cenário, de reeleição, se reconhecerá os erros cometidos e se tentará mudar, sem choques expressivos, mas com correção nos preços tarifários represados e assim se conseguirá corrigir. No segundo cenário de reeleição, caso persista a manutenção da política econômica atual, poderemos assistir a uma piora substancial do país e poderemos até mesmo dançar um "tango argentino". No terceiro cenário, com a vitória da oposição, poderemos assistir a novas medidas para se solucionar os pontos falhos".
 
Antônio Castro, presidente da Abrasca, chamou a atenção para o êxito do evento. "Foi o melhor evento entre todos realizados".
 
Vitor Fagá, presidente executivo do IBRI, chamou a atenção para as dimensões do evento. "Não é à toa que temos o maior evento do setor da América Latina", afirmou.
 

 
Veículo: Difundir
Data: 23/07/14
 

 
Giannetti da Fonseca encerra encontro Nacional de Relações com Investidores
 
O 16º Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais, no seu encerramento, contou com a presença do economista e sociólogo Eduardo Giannetti da Fonseca que fez um balanço macroeconômico do governo da presidenta Dilma Roussef.
 
Giannetti apresentou o passo a passo de como se deu a deterioração do setor macroeconômico que fez o país sair de um crescimento vigoroso que teve seu ápice no ano de 2010, quando o PIB cresceu 7,5%, "para um crescimento que dificilmente será superior a 1%", apregoou. "Nossa meta era de 4,5% ao ano. E ainda estamos com uma inflação de 6,5% ao ano, o que realmente é perigoso".
 
Um dos pontos nevrálgicos e que levou o país a um cenário de incertezas, segundo ele, é o baixo nível de investimentos em relação ao PIB. "O governo arrecada 40% e investe apenas 2,5% do PIB", afirma.
 
Giannetti encerrou a sua palestra apontando caminhos para a economia brasileira a partir de três cenários. "No primeiro cenário, de reeleição, se reconhecerá os erros cometidos e se tentará mudar, sem choques expressivos, mas com correção nos preços tarifários represados e assim se conseguirá corrigir. No segundo cenário de reeleição, caso persista a manutenção da política econômica atual, poderemos assistir a uma piora substancial do país e poderemos até mesmo dançar um "tango argentino". No terceiro cenário, com a vitória da oposição, poderemos assistir a novas medidas para se solucionar os pontos falhos".
 
Antônio Castro, presidente da Abrasca, chamou a atenção para o êxito do evento. "Foi o melhor evento entre todos realizados".
 
Vitor Fagá, presidente executivo do IBRI, chamou a atenção para as dimensões do evento. "Não é à toa que temos o maior evento do setor da América Latina", afirmou.
 

 
Veículo: Dihitt
Data: 23/07/14
 

 
Giannetti da Fonseca encerra encontro Nacional de Relações com Investidores
 
O 16º Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais, no seu encerramento, contou com a presença do economista e sociólogo Eduardo Giannetti da Fonseca que fez um balanço macroeconômico do governo da presidenta Dilma Roussef.
 
Giannetti apresentou o passo a passo de como se deu a deterioração do setor macroeconômico que fez o país sair de um crescimento vigoroso que teve seu ápice no ano de 2010, quando o PIB cresceu 7,5%, "para um crescimento que dificilmente será superior a 1%", apregoou. "Nossa meta era de 4,5% ao ano. E ainda estamos com uma inflação de 6,5% ao ano, o que realmente é perigoso".
 
Um dos pontos nevrálgicos e que levou o país a um cenário de incertezas, segundo ele, é o baixo nível de investimentos em relação ao PIB. "O governo arrecada 40% e investe apenas 2,5% do PIB", afirma.
 
Giannetti encerrou a sua palestra apontando caminhos para a economia brasileira a partir de três cenários. "No primeiro cenário, de reeleição, se reconhecerá os erros cometidos e se tentará mudar, sem choques expressivos, mas com correção nos preços tarifários represados e assim se conseguirá corrigir. No segundo cenário de reeleição, caso persista a manutenção da política econômica atual, poderemos assistir a uma piora substancial do país e poderemos até mesmo dançar um "tango argentino". No terceiro cenário, com a vitória da oposição, poderemos assistir a novas medidas para se solucionar os pontos falhos".
 
Antônio Castro, presidente da Abrasca, chamou a atenção para o êxito do evento. "Foi o melhor evento entre todos realizados".
 
Vitor Fagá, presidente executivo do IBRI, chamou a atenção para as dimensões do evento. "Não é à toa que temos o maior evento do setor da América Latina", afirmou.
 

 
Veículo: JorNow
Data: 23/07/14
 

 
Giannetti da Fonseca encerra encontro Nacional de Relações com Investidores
 
O 16º Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais, no seu encerramento, contou com a presença do economista e sociólogo Eduardo Giannetti da Fonseca que fez um balanço macroeconômico do governo da presidenta Dilma Roussef.
 
Giannetti apresentou o passo a passo de como se deu a deterioração do setor macroeconômico que fez o país sair de um crescimento vigoroso que teve seu ápice no ano de 2010, quando o PIB cresceu 7,5%, "para um crescimento que dificilmente será superior a 1%", apregoou. "Nossa meta era de 4,5% ao ano. E ainda estamos com uma inflação de 6,5% ao ano, o que realmente é perigoso".
 
Um dos pontos nevrálgicos e que levou o país a um cenário de incertezas, segundo ele, é o baixo nível de investimentos em relação ao PIB. "O governo arrecada 40% e investe apenas 2,5% do PIB", afirma.
 
Giannetti encerrou a sua palestra apontando caminhos para a economia brasileira a partir de três cenários. "No primeiro cenário, de reeleição, se reconhecerá os erros cometidos e se tentará mudar, sem choques expressivos, mas com correção nos preços tarifários represados e assim se conseguirá corrigir. No segundo cenário de reeleição, caso persista a manutenção da política econômica atual, poderemos assistir a uma piora substancial do país e poderemos até mesmo dançar um "tango argentino". No terceiro cenário, com a vitória da oposição, poderemos assistir a novas medidas para se solucionar os pontos falhos".
 
Antônio Castro, presidente da Abrasca, chamou a atenção para o êxito do evento. "Foi o melhor evento entre todos realizados".
 
Vitor Fagá, presidente executivo do IBRI, chamou a atenção para as dimensões do evento. "Não é à toa que temos o maior evento do setor da América Latina", afirmou.
 

 
Veículo: DCI
Data: 22/07/14
 

 
Relações com Investidores pretendem expandir atividades do exterior
 
Enquanto a educação financeira não se desenvolve no Brasil e não proporciona um aumento da base de investidores do mercado de capitais nacional, as companhias abertas podem buscar a expansão do atendimento de seus departamentos de relações com investidores (RIs) no exterior. "No Brasil temos uma base muito pequena de investidores. Nesse ano, infelizmente não tivemos nenhum IPO [oferta pública inicial] para ajudar nessa expansão. Mas posso dizer que qualquer RI tem essa meta de ter uma base mais diversificada, tanto no Brasil como lá fora. Nem as grandes empresas chegaram adequadamente ao exterior. Com exceção da Inglaterra, há poucas apresentações [road-shows] no Leste Europeu, no Oriente Médio e na Ásia", considerou o presidente do conselho do IBRI, Geraldo Soares, após participar do 16° Congresso de Relações com Investidores, iniciado nessa terça-feira (22), em São Paulo.  Na visão do executivo, os departamentos de RI das empresas brasileiras deveriam melhorar suas estruturas e avançar no acesso ao mercado de dívida internacional para emitir títulos corporativos de renda fixa.  "A área de renda fixa está crescendo. Isso muda o discurso do RI em visitas aos investidores lá fora. Em alguns mercados da Ásia, como o Japão, a empresa entra primeiro pelo mercado de dívida, o investidor conhece a companhia por um ou dois anos, e só depois avalia o investimento via capital [ações]", argumentou.
 
O sócio-líder da consultoria Deloitte, Bruce Mescher, também considerou que as empresas brasileiras deveriam melhorar suas estruturas de RI para preservar e criar valor de mercado aos acionistas. "Um bom programa de RI pode gerar um prêmio médio de 10% de valorização, enquanto um programa ruim pode custar uma desvalorização de 20%", argumentou Mescher, citando dados internacionais da Rivel Research Group e da FMX Equicom.  Segundo a pesquisa com profissionais de relações com investidores de 104 empresas brasileiras, detalhado por Mescher,  em respostas múltiplas,  para 66% dos entrevistados, o tema que mais impacta o preço da ação são os resultados de desempenho financeiro, quando comunicados de forma eficaz ao mercado. Na sequência, a influência nos preços dos papéis é impactada pela divulgação do plano estratégico (39%), fusões, aquisições e parcerias (38%), justificativas para resultados de desempenho (32%), efeito significativo de novas regulamentações (24%), divulgação de guidance/expectativas 9%.  Quanto ao acompanhamento de notícias pelos profissionais de RI, em respostas múltiplas, 49% dos entrevistados acompanham diariamente os movimentos de fusões e aquisições,  44% estão atentos diariamente a ofertas de títulos no mercado de capitais, 38% observam possíveis emissões, e 23% monitoram fundos de private equity e venture capital atuantes no segmento.
 

 
Veículo: DCI
Data: 22/07/14
 

 
IBRI lança campanha "O RI cria Valor"
 
O IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) lança nesta terça-feira, dia 22 de julho de 2014, campanha inédita de valorização do profissional de RI. A campanha "O RI cria valor" tem como objetivo demonstrar a relevância do profissional de Relações com Investidores não só para as companhias abertas, mas para todo o mercado de capitais.
 
O 16º Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais, foi escolhido para o lançamento dessa importante campanha tendo expressiva presença dos profissionais de RI e outros agentes do mercado de capitais. O evento ocorre, nos dias 22 e 23 de julho de 2014, no Centro de Convenções da FECOMERCIO, em São Paulo (SP).
 
Função estratégica - "O Conselho de Administração do IBRI que assumiu em 2014 traçou uma nova estratégia de comunicação, tendo uma parceria excelente com a empresa de comunicação FSB. O Conselho, Diretoria e Comissão de Comunicação decidiram  unificar a forma do Instituto se comunicar com os associados e stakeholders, criando logo exclusivo, novo site, novas ferramentas e materiais bem como outras novidades. "O foco é a valorização dos profissionais de Relações com Investidores no mercado nacional", declara Geraldo Soares, presidente do Conselho de Administração do IBRI.
 
"Sentimos que havia uma oportunidade para chamar a atenção do público envolvido com o mercado de capitais, sejam profissionais de RI, proprietários de empresas, companhias abertas com ações e títulos de renda fixa dentre outros", afirma.
 
Soares explicou que a campanha envolverá uma série de atividades e iniciativas, com maior atração de associados para o Instituto, assim como novas empresas, inclusive as de capital fechado. A campanha também objetiva atrair mais profissionais para a certificação e valorizar o profissional de RI.
 
 
 
Evolução - Atividade relativamente nova, a função de RI ganhou mais peso com o aumento da relevância do mercado de capitais no Brasil a partir de meados dos anos 2000. De um mercado com volume abaixo de US$ 40 milhões nos anos 1990, as companhias listadas ganharam peso com a criação do Novo Mercado e outras reformas institucionais no Brasil. Hoje, o giro médio diário da Bolsa atinge US$ 4 bilhões e as responsabilidades do Ri cresceram muito, uma vez que milhares de investidores, locais e internacionais, pessoas físicas e institucionais, passaram a aplicar seus recursos nas companhias brasileiras.
 
 
 
A campanha - criada pela FSB Comunicações - começa com a veiculação de anúncio no jornal Valor Econômico em que o personagem da campanha é o presidente da BM&FBOVESPA, Edemir Pinto. "Estamos muito orgulhosos em iniciar a campanha", declara Edemir Pinto. Na opinião do presidente da Bolsa, a campanha ocorre em um momento importante para o profissional de RI, para o IBRI e para o mercado, devido aos novos esforços institucionais para atrair empresas, dessa vez, de menor porte. "Temos certeza que a campanha terá sucesso", destaca Edemir Pinto.
 
 
 
Todas as companhias abertas podem participar. O material publicitário desenvolvido pode ser customizado com a logomarca e os executivos da própria empresa. As peças também podem ser usadas em vários meios, como revista, jornal, Internet e redes sociais. Com esse formato colaborativo, a campanha serve ao mesmo tempo à própria empresa, que se promove, e aos objetivos da campanha, de valorização do profissional de RI. Dessa maneira, a campanha terá um caráter "viral", maximizando seus esforços.
 
Assessoria de Comunicação do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores)
 
Digital Assessoria-Comunicação Integrada
 
Rodney Vergili
 
Fones (11) 5081-6064 /  (11) 9 9123-5962
 
rodney@digitalassessoria.com.br
 
FONTE IBRI
 

 
Veículo: PR NewsWire
Data: 22/07/14
 

 
IBRI lança campanha "O RI cria Valor"
 
O IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) lança nesta terça-feira, dia 22 de julho de 2014, campanha inédita de valorização do profissional de RI. A campanha "O RI cria valor" tem como objetivo demonstrar a relevância do profissional de Relações com Investidores não só para as companhias abertas, mas para todo o mercado de capitais.
 
O 16º Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais, foi escolhido para o lançamento dessa importante campanha tendo expressiva presença dos profissionais de RI e outros agentes do mercado de capitais. O evento ocorre, nos dias 22 e 23 de julho de 2014, no Centro de Convenções da FECOMERCIO, em São Paulo (SP).
 
Função estratégica - "O Conselho de Administração do IBRI que assumiu em 2014 traçou uma nova estratégia de comunicação, tendo uma parceria excelente com a empresa de comunicação FSB. O Conselho, Diretoria e Comissão de Comunicação decidiram  unificar a forma do Instituto se comunicar com os associados e stakeholders, criando logo exclusivo, novo site, novas ferramentas e materiais bem como outras novidades. "O foco é a valorização dos profissionais de Relações com Investidores no mercado nacional", declara Geraldo Soares, presidente do Conselho de Administração do IBRI.
 
"Sentimos que havia uma oportunidade para chamar a atenção do público envolvido com o mercado de capitais, sejam profissionais de RI, proprietários de empresas, companhias abertas com ações e títulos de renda fixa dentre outros", afirma.
 
Soares explicou que a campanha envolverá uma série de atividades e iniciativas, com maior atração de associados para o Instituto, assim como novas empresas, inclusive as de capital fechado. A campanha também objetiva atrair mais profissionais para a certificação e valorizar o profissional de RI.
 
 
 
Evolução - Atividade relativamente nova, a função de RI ganhou mais peso com o aumento da relevância do mercado de capitais no Brasil a partir de meados dos anos 2000. De um mercado com volume abaixo de US$ 40 milhões nos anos 1990, as companhias listadas ganharam peso com a criação do Novo Mercado e outras reformas institucionais no Brasil. Hoje, o giro médio diário da Bolsa atinge US$ 4 bilhões e as responsabilidades do Ri cresceram muito, uma vez que milhares de investidores, locais e internacionais, pessoas físicas e institucionais, passaram a aplicar seus recursos nas companhias brasileiras.
 
 
 
A campanha - criada pela FSB Comunicações - começa com a veiculação de anúncio no jornal Valor Econômico em que o personagem da campanha é o presidente da BM&FBOVESPA, Edemir Pinto. "Estamos muito orgulhosos em iniciar a campanha", declara Edemir Pinto. Na opinião do presidente da Bolsa, a campanha ocorre em um momento importante para o profissional de RI, para o IBRI e para o mercado, devido aos novos esforços institucionais para atrair empresas, dessa vez, de menor porte. "Temos certeza que a campanha terá sucesso", destaca Edemir Pinto.
 
 
 
Todas as companhias abertas podem participar. O material publicitário desenvolvido pode ser customizado com a logomarca e os executivos da própria empresa. As peças também podem ser usadas em vários meios, como revista, jornal, Internet e redes sociais. Com esse formato colaborativo, a campanha serve ao mesmo tempo à própria empresa, que se promove, e aos objetivos da campanha, de valorização do profissional de RI. Dessa maneira, a campanha terá um caráter "viral", maximizando seus esforços.
 
Assessoria de Comunicação do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores)
 
Digital Assessoria-Comunicação Integrada
 
Rodney Vergili
 
Fones (11) 5081-6064 /  (11) 9 9123-5962
 
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FONTE IBRI
 

 
Veículo: Valor Econômico
Data: 22/07/14
 

 
 
Agenda
Relação com investidores
 
A 16ª edição do Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais, evento promovido anualmente por IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) e Abrasca (Associação Brasileira das Companhias Abertas), contará com a participação de experientes profissionais da área e do mercado de capitais local e internacional.
 
Data:  22 e 23 de julho
 
Horário: 8h30 às 18h
 
Local:  Rua Dr. Plínio Barreto, 285 - Bela Vista. São Paulo
 
Informações: www.encontroderi.com.br/16/index.htm
Direito do agronegócio
O Congresso Internacional de Direito do Agronegócio reunirá especialistas do Brasil e do exterior.
 
Data:  4 e 5 de agosto
 
Horário: 8h30 às 18h
 
Local:  Maksoud Plaza Hotel. Al. Campinas, 150 - São Paulo/SP
 
Informações: ciagro2014@inre.com.br
 

 
Veículo: Comunique- se
Data: 22/07/14
 

 
Presidente da CVM destaca o desafio do profissional de RI na criação de valor
Leonardo Pereira fez referência ao papel estratégico do profissional de RI, agregando valor por meio das experiências .
 
"Em quase dois anos à frente da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) aumentou minha crença de que o impacto que a área de RI tem em questões estratégicas da empresa é enorme", ressaltou Leonardo Pereira, presidente da autarquia, na abertura do 16º Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais, em 23 de julho de 2014, na FECOMéRCIO, em São Paulo. O evento é promovido anualmente pela ABRASCA (Associação Brasileira das Companhias Abertas) em parceria com o IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) e acontece entre hoje e amanhã, 23.
 
Segundo Pereira, esse papel do RI tende a ser maior se a equipe for bem preparada, treinada e equipada. Na ocasião, o IBRI lançou a campanha o "RI cria valor", que de acordo com Geraldo Soares, presidente do Conselho de Administração do IBRI, tem o objetivo de alterar a visibilidade da área de RI e sua estruturação dentro das companhias brasileiras, especialmente em empresas de menor porte. Soares enfatizou que quanto mais se puder contar com melhores profissionais, maior será o número de empresas melhores e, consequentemente, haverá mais transparência.
 
O presidente da ABRASCA, Antonio Castro, disse que para o profissional de RI que representa a empresa externamente é um desafio muito grande gerar valor. Na visão do presidente da CVM a evolução do profissional tende a continuar, inclusive nos quesitos de transparência e qualidade das informações. Para ele insider information deve ser repudiada e tratada com extrema relevância dentro das empresas.
 
Experiência Internacional para criar valor em RI
 
"O benchmarking é muito importante para a profissão de RI", revelou Jeff Morgan, presidente do NIRI (National Investor Relations Institute), no painel 2 - Inteligência de RI nas empresas - A experiência Internacional. Ao falar sobre as competências, habilidades e expertise requeridas para ser um profissional de RI o executivo mencionou pesquisa feita pelo NIRI junto a quase 1000 profissionais de RI. Os executivos detalharam informações sobre o que eles fazem a função de RI, o que fez com que o NIRI chegasse a 10 áreas que os RI's devem ter bom entendimento para obterem sucesso na função, são elas: formulação estratégica; planejamento de RI, implementação e medição; desenvolvimento da mensagem; marketing e outreach; reporte financeiro e análise; visão de negócio; consultoria estratégica e colaboração; mercado de capitais e estrutura de capital; compliance regulatório e governança corporativa.
 
Uma das mensagens de Barbara Gasper, RI da Mastercard, foi de que o profissional de RI deve construir sua credibilidade com o mercado, bem como a empresa sempre dizendo a verdade, mesmo que a informação que ele tem que divulgar não seja positiva para a empresa. Segundo ela, o RI deve conversar com o mercado e questionar o que deve melhorar. Outro ponto abordado pela executiva foi à prática que os RI's americanos têm de trocar experiências sobre situações do dia a dia. "Às vezes o RI não tem com quem trocar experiências dentro da empresa, por isso conversar com seus pares é importante", revelou.
 
Neil Stewart, editor e diretor de pesquisa da IR Magazine, comentou sobre algumas experiências internacionais de sucesso em RI, como a Capital Land que utilizou o time de RI para identificar porque a empresa estava com baixo desempenho. Uma das ações implementadas pela empresa foi simplificar a mensagem. Outro caso citado por ele foi da Cisco que teve que reconstruir sua credibilidade. "Eles utilizaram a sondagem com os analistas sell side para verificar o que estava errado com a empresa e sua estratégia", apontou.
 
Vitor Fagá, diretor presidente do IBRI, mencionou o caso de uma empresa em que antes da earnings call o profissional de RI antecipou todas as perguntas que seriam feitas. Para ele um sucesso como esse pode criar muito valor para a companhia como um todo. "Vale a pena investir tempo se preparando", finalizou.
 

 
Veículo: Dino
Data: 22/07/14
 

 
IBRI lança campanha "O RI cria Valor"
 
O IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) lança nesta terça-feira, dia 22 de julho de 2014, campanha inédita de valorização do profissional de RI. A campanha "O RI cria valor" tem como objetivo demonstrar a relevância do profissional de Relações com Investidores não só para as companhias abertas, mas para todo o mercado de capitais.
 
O 16º Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais, foi escolhido para o lançamento dessa importante campanha tendo expressiva presença dos profissionais de RI e outros agentes do mercado de capitais. O evento ocorre, nos dias 22 e 23 de julho de 2014, no Centro de Convenções da FECOMERCIO, em São Paulo (SP).
 
A campanha marca também o início das comemorações do 17º aniversário da fundação do IBRI.
 
Função estratégica - "O Conselho de Administração do IBRI que assumiu em 2014 traçou uma nova estratégia de comunicação, tendo uma parceria excelente com a empresa de comunicação FSB. O Conselho, Diretoria e Comissão de Comunicação decidiram unificar a forma do Instituto se comunicar com os associados e stakeholders, criando logo exclusivo, novo site, novas ferramentas e materiais bem como outras novidades. "O foco é a valorização dos profissionais de Relações com Investidores no mercado nacional", declara Geraldo Soares, presidente do Conselho de Administração do IBRI.
 
"Sentimos que havia uma oportunidade para chamar a atenção do público envolvido com o mercado de capitais, sejam profissionais de RI, proprietários de empresas, companhias abertas com ações e títulos de renda fixa dentre outros", afirma.
 
Soares explicou que a campanha envolverá uma série de atividades e iniciativas, com maior atração de associados para o Instituto, assim como novas empresas, inclusive as de capital fechado. A campanha também objetiva atrair mais profissionais para a certificação e valorizar o profissional de RI.
 
Evolução - Atividade relativamente nova, a função de RI ganhou mais peso com o aumento da relevância do mercado de capitais no Brasil a partir de meados dos anos 2000. De um mercado com volume abaixo de US$ 40 milhões nos anos 1990, as companhias listadas ganharam peso com a criação do Novo Mercado e outras reformas institucionais no Brasil. Hoje, o giro médio diário da Bolsa atinge US$ 4 bilhões e as responsabilidades do Ri cresceram muito, uma vez que milhares de investidores, locais e internacionais, pessoas físicas e institucionais, passaram a aplicar seus recursos nas companhias brasileiras.
 
A campanha - criada pela FSB Comunicações - começa com a veiculação de anúncio no jornal Valor Econômico em que o personagem da campanha é o presidente da BM&FBOVESPA, Edemir Pinto. "Estamos muito orgulhosos em iniciar a campanha", declara Edemir Pinto. Na opinião do presidente da Bolsa, a campanha ocorre em um momento importante para o profissional de RI, para o IBRI e para o mercado, devido aos novos esforços institucionais para atrair empresas, dessa vez, de menor porte. "Temos certeza que a campanha terá sucesso", destaca Edemir Pinto.
 
Todas as companhias abertas podem participar. O material publicitário desenvolvido pode ser customizado com a logomarca e os executivos da própria empresa. As peças também podem ser usadas em vários meios, como revista, jornal, Internet e redes sociais. Com esse formato colaborativo, a campanha serve ao mesmo tempo à própria empresa, que se promove, e aos objetivos da campanha, de valorização do profissional de RI. Dessa maneira, a campanha terá um caráter "viral", maximizando seus esforços.
 
Assessoria de Comunicação do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores)
Digital Assessoria-Comunicação Integrada
Rodney Vergili / Jennifer Almeida / Jonathas Ruiz / Letícia Silvi
Fones (11) 5081-6064 / (11) 9 9123-5962
rodney@digitalassessoria.com.br
 


Veículo: Difundir
Data: 22/07/14
 

 
IBRI lança campanha "O RI cria Valor"
 
O IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) lança nesta terça-feira, dia 22 de julho de 2014, campanha inédita de valorização do profissional de RI. A campanha "O RI cria valor" tem como objetivo demonstrar a relevância do profissional de Relações com Investidores não só para as companhias abertas, mas para todo o mercado de capitais.
 
O 16º Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais, foi escolhido para o lançamento dessa importante campanha tendo expressiva presença dos profissionais de RI e outros agentes do mercado de capitais. O evento ocorre, nos dias 22 e 23 de julho de 2014, no Centro de Convenções da FECOMERCIO, em São Paulo (SP).
 
A campanha marca também o início das comemorações do 17º aniversário da fundação do IBRI.
 
Função estratégica - "O Conselho de Administração do IBRI que assumiu em 2014 traçou uma nova estratégia de comunicação, tendo uma parceria excelente com a empresa de comunicação FSB. O Conselho, Diretoria e Comissão de Comunicação decidiram unificar a forma do Instituto se comunicar com os associados e stakeholders, criando logo exclusivo, novo site, novas ferramentas e materiais bem como outras novidades. "O foco é a valorização dos profissionais de Relações com Investidores no mercado nacional", declara Geraldo Soares, presidente do Conselho de Administração do IBRI.
 
"Sentimos que havia uma oportunidade para chamar a atenção do público envolvido com o mercado de capitais, sejam profissionais de RI, proprietários de empresas, companhias abertas com ações e títulos de renda fixa dentre outros", afirma.
 
Soares explicou que a campanha envolverá uma série de atividades e iniciativas, com maior atração de associados para o Instituto, assim como novas empresas, inclusive as de capital fechado. A campanha também objetiva atrair mais profissionais para a certificação e valorizar o profissional de RI.
 
Evolução - Atividade relativamente nova, a função de RI ganhou mais peso com o aumento da relevância do mercado de capitais no Brasil a partir de meados dos anos 2000. De um mercado com volume abaixo de US$ 40 milhões nos anos 1990, as companhias listadas ganharam peso com a criação do Novo Mercado e outras reformas institucionais no Brasil. Hoje, o giro médio diário da Bolsa atinge US$ 4 bilhões e as responsabilidades do Ri cresceram muito, uma vez que milhares de investidores, locais e internacionais, pessoas físicas e institucionais, passaram a aplicar seus recursos nas companhias brasileiras.
 
A campanha - criada pela FSB Comunicações - começa com a veiculação de anúncio no jornal Valor Econômico em que o personagem da campanha é o presidente da BM&FBOVESPA, Edemir Pinto. "Estamos muito orgulhosos em iniciar a campanha", declara Edemir Pinto. Na opinião do presidente da Bolsa, a campanha ocorre em um momento importante para o profissional de RI, para o IBRI e para o mercado, devido aos novos esforços institucionais para atrair empresas, dessa vez, de menor porte. "Temos certeza que a campanha terá sucesso", destaca Edemir Pinto.
 
Todas as companhias abertas podem participar. O material publicitário desenvolvido pode ser customizado com a logomarca e os executivos da própria empresa. As peças também podem ser usadas em vários meios, como revista, jornal, Internet e redes sociais. Com esse formato colaborativo, a campanha serve ao mesmo tempo à própria empresa, que se promove, e aos objetivos da campanha, de valorização do profissional de RI. Dessa maneira, a campanha terá um caráter "viral", maximizando seus esforços.
 
Assessoria de Comunicação do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores)
Digital Assessoria-Comunicação Integrada
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Veículo: Dihitt
Data: 22/07/14
 

 
IBRI lança campanha "O RI cria Valor"
 
O IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) lança nesta terça-feira, dia 22 de julho de 2014, campanha inédita de valorização do profissional de RI. A campanha "O RI cria valor" tem como objetivo demonstrar a relevância do profissional de Relações com Investidores não só para as companhias abertas, mas para todo o mercado de capitais.
 
O 16º Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais, foi escolhido para o lançamento dessa importante campanha tendo expressiva presença dos profissionais de RI e outros agentes do mercado de capitais. O evento ocorre, nos dias 22 e 23 de julho de 2014, no Centro de Convenções da FECOMERCIO, em São Paulo (SP).
 
A campanha marca também o início das comemorações do 17º aniversário da fundação do IBRI.
 
Função estratégica - "O Conselho de Administração do IBRI que assumiu em 2014 traçou uma nova estratégia de comunicação, tendo uma parceria excelente com a empresa de comunicação FSB. O Conselho, Diretoria e Comissão de Comunicação decidiram unificar a forma do Instituto se comunicar com os associados e stakeholders, criando logo exclusivo, novo site, novas ferramentas e materiais bem como outras novidades. "O foco é a valorização dos profissionais de Relações com Investidores no mercado nacional", declara Geraldo Soares, presidente do Conselho de Administração do IBRI.
 
"Sentimos que havia uma oportunidade para chamar a atenção do público envolvido com o mercado de capitais, sejam profissionais de RI, proprietários de empresas, companhias abertas com ações e títulos de renda fixa dentre outros", afirma.
 
Soares explicou que a campanha envolverá uma série de atividades e iniciativas, com maior atração de associados para o Instituto, assim como novas empresas, inclusive as de capital fechado. A campanha também objetiva atrair mais profissionais para a certificação e valorizar o profissional de RI.
 
Evolução - Atividade relativamente nova, a função de RI ganhou mais peso com o aumento da relevância do mercado de capitais no Brasil a partir de meados dos anos 2000. De um mercado com volume abaixo de US$ 40 milhões nos anos 1990, as companhias listadas ganharam peso com a criação do Novo Mercado e outras reformas institucionais no Brasil. Hoje, o giro médio diário da Bolsa atinge US$ 4 bilhões e as responsabilidades do Ri cresceram muito, uma vez que milhares de investidores, locais e internacionais, pessoas físicas e institucionais, passaram a aplicar seus recursos nas companhias brasileiras.
 
A campanha - criada pela FSB Comunicações - começa com a veiculação de anúncio no jornal Valor Econômico em que o personagem da campanha é o presidente da BM&FBOVESPA, Edemir Pinto. "Estamos muito orgulhosos em iniciar a campanha", declara Edemir Pinto. Na opinião do presidente da Bolsa, a campanha ocorre em um momento importante para o profissional de RI, para o IBRI e para o mercado, devido aos novos esforços institucionais para atrair empresas, dessa vez, de menor porte. "Temos certeza que a campanha terá sucesso", destaca Edemir Pinto.
 
Todas as companhias abertas podem participar. O material publicitário desenvolvido pode ser customizado com a logomarca e os executivos da própria empresa. As peças também podem ser usadas em vários meios, como revista, jornal, Internet e redes sociais. Com esse formato colaborativo, a campanha serve ao mesmo tempo à própria empresa, que se promove, e aos objetivos da campanha, de valorização do profissional de RI. Dessa maneira, a campanha terá um caráter "viral", maximizando seus esforços.
 
Assessoria de Comunicação do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores)
Digital Assessoria-Comunicação Integrada
Rodney Vergili / Jennifer Almeida / Jonathas Ruiz / Letícia Silvi
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Veículo: JorNow
Data: 22/07/14
 

 
IBRI lança campanha "O RI cria Valor"
 
O IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) lança nesta terça-feira, dia 22 de julho de 2014, campanha inédita de valorização do profissional de RI. A campanha "O RI cria valor" tem como objetivo demonstrar a relevância do profissional de Relações com Investidores não só para as companhias abertas, mas para todo o mercado de capitais.
 
O 16º Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais, foi escolhido para o lançamento dessa importante campanha tendo expressiva presença dos profissionais de RI e outros agentes do mercado de capitais. O evento ocorre, nos dias 22 e 23 de julho de 2014, no Centro de Convenções da FECOMERCIO, em São Paulo (SP).
 
A campanha marca também o início das comemorações do 17º aniversário da fundação do IBRI.
 
Função estratégica - "O Conselho de Administração do IBRI que assumiu em 2014 traçou uma nova estratégia de comunicação, tendo uma parceria excelente com a empresa de comunicação FSB. O Conselho, Diretoria e Comissão de Comunicação decidiram unificar a forma do Instituto se comunicar com os associados e stakeholders, criando logo exclusivo, novo site, novas ferramentas e materiais bem como outras novidades. "O foco é a valorização dos profissionais de Relações com Investidores no mercado nacional", declara Geraldo Soares, presidente do Conselho de Administração do IBRI.
 
"Sentimos que havia uma oportunidade para chamar a atenção do público envolvido com o mercado de capitais, sejam profissionais de RI, proprietários de empresas, companhias abertas com ações e títulos de renda fixa dentre outros", afirma.
 
Soares explicou que a campanha envolverá uma série de atividades e iniciativas, com maior atração de associados para o Instituto, assim como novas empresas, inclusive as de capital fechado. A campanha também objetiva atrair mais profissionais para a certificação e valorizar o profissional de RI.
 
Evolução - Atividade relativamente nova, a função de RI ganhou mais peso com o aumento da relevância do mercado de capitais no Brasil a partir de meados dos anos 2000. De um mercado com volume abaixo de US$ 40 milhões nos anos 1990, as companhias listadas ganharam peso com a criação do Novo Mercado e outras reformas institucionais no Brasil. Hoje, o giro médio diário da Bolsa atinge US$ 4 bilhões e as responsabilidades do Ri cresceram muito, uma vez que milhares de investidores, locais e internacionais, pessoas físicas e institucionais, passaram a aplicar seus recursos nas companhias brasileiras.
 
A campanha - criada pela FSB Comunicações - começa com a veiculação de anúncio no jornal Valor Econômico em que o personagem da campanha é o presidente da BM&FBOVESPA, Edemir Pinto. "Estamos muito orgulhosos em iniciar a campanha", declara Edemir Pinto. Na opinião do presidente da Bolsa, a campanha ocorre em um momento importante para o profissional de RI, para o IBRI e para o mercado, devido aos novos esforços institucionais para atrair empresas, dessa vez, de menor porte. "Temos certeza que a campanha terá sucesso", destaca Edemir Pinto.
 
Todas as companhias abertas podem participar. O material publicitário desenvolvido pode ser customizado com a logomarca e os executivos da própria empresa. As peças também podem ser usadas em vários meios, como revista, jornal, Internet e redes sociais. Com esse formato colaborativo, a campanha serve ao mesmo tempo à própria empresa, que se promove, e aos objetivos da campanha, de valorização do profissional de RI. Dessa maneira, a campanha terá um caráter "viral", maximizando seus esforços.
 
Assessoria de Comunicação do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores)
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Veículo: Dino
Data: 22/07/14
 

 
Papel estratégico e geração de valor são desafios para a área e profissionais de Relações com Investidores
Pesquisa organizada por Deloitte e IBRI aponta o cenário e o futuro da profissão de RI
 
O profissional de Relações com Investidores (RI) é um agente importante para a gestão equilibrada das expectativas dos diferentes públicos de interesse das empresas, bem como para a geração e preservação de valor junto aos acionistas e ao mercado. Esta é a principal conclusão do estudo "Comunicação com o mercado - Alinhamento estratégico para criação e preservação de valor", realizado com a participação de 104 executivos ligados à área pela Deloitte em parceria com o IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores).
 
No entanto, de acordo com o resultado do estudo, o papel do RI ainda é visto mais como comunicador (46%) do que estrategista (29%), mesmo atuando fortemente junto à liderança e ao Conselho de Administração. Esse indicador é reflexo de um processo de mudança ainda em curso quanto à percepção do perfil do profissional de RI. Se, no passado, o perfil mais operacional e comunicador era o mais comum para a área de RI, as novas demandas e realidades das empresas e do mercado estão exigindo cada vez mais um perfil de RI mais estratégico na interlocução com diversos públicos e investidores.
 
 

 
Bruce Mescher, sócio-líder da área de Auditoria para Serviços Integrados de Finance Transformation da Deloitte, aponta que a tendência é de consolidação do papel de estrategista, valorizando a função do profissional de RI. "O profissional de RI não deve apenas se preocupar com uma comunicação ágil com o mercado periodicamente. Hoje, o RI deve ter uma visão mais integrada e estratégica sobre os objetivos e o potencial da organização, conhecendo profundamente o negócio, sua estratégia e seus direcionadores de valor. Ainda mais importante, o RI deve alavancar este conhecimento e o feedback do mercado para influenciar a execução da estratégia e da tomada de decisões das empresas", exemplifica Mescher.
 
"As atividades de RI são estratégicas para a organização, pois consolidam as informações mais relevantes sobre a empresa e o mercado para o entendimento de seus diferentes públicos de interesse", afirma Geraldo Soares, presidente do Conselho de Administração do Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI).
 
Perfil do profissional e estrutura da área de RI
 
Essa nova realidade estratégica do RI está se refletindo no perfil dos profissionais e nas suas próprias estruturas. A formação do profissional é ampla, mas focada na área de negócios - notadamente Administração de Empresas (33%) e Economia (29%). Entre os entrevistados, 65% destacaram ter iniciado a carreira na área financeiro.
 
Isso também se reflete na importância relativa dada às atribuições consideradas mais importantes para o líder de RI - em que a capacidade de contribuir para a estratégia é tão relevante quanto a comunicação.
 
Tarefas e atribuições imprescindíveis para cada um dos cargos atuantes na área de RI
(em % dos respondentes; respostas múltiplas)
 

 
Os resultados do estudo também fornecem algumas perspectivas sobre as características do RI altamente estratégicas, que incluem interações de qualidade com a alta administração e participação em atividades de planejamento estratégico. Enquanto a interlocução da área de RI e a presidência da empresa (94%) e a sua participação no planejamento estratégico da organização (81%) são uma realidade para maioria dos participantes da pesquisa, os RIs que se consideram como estrategistas estão mais envolvidos em planejamento estratégico, alcançando 100% de afirmação, e têm interações com a alta administração com mais frequência, tipicamente diárias e mensais, em comparação com uma frequência trimestral para os operadores, comunicadores e catalisadores.
 
Esta forte interação dessas lideranças com presidente ou o Conselho de Administração pode ocorrer principalmente pelo fato do executivo realizar outra importante função executiva na organização. O acúmulo de funções é uma realidade para 72% das organizações, sendo que em mais da metade dos casos o profissional é também o diretor financeiro da empresa. Mais uma vez, os estrategistas se destacam como um RI que acumula uma outra função em 92% dos casos, comparado com 75% de operadores e 59% para os catalisadores e comunicadores.
 

 
"O desafio de transformar a percepção efetiva, por parte da alta administração, do aspecto estratégico da função de RI continua para muitas empresas. O reconhecimento pela alta administração das vantagens que as atividades do RI e o uso do seu conhecimento como interlocutor do mercado são a chave para o desenvolvimento sustentável dos negócios e para a geração de valor da empresa", aponta Mescher.
 
Geração e preservação de valor
 
Hoje, mais do que nunca, o papel do RI é fundamental, dados os fatores no ambiente de negócios, que podem afetar o desempenho da empresa e, finalmente, afetar o seu valor. As empresas estão crescendo em tamanho e complexidade e o ambiente econômico atual é caracterizado pela incerteza e volatilidade, com a velocidade da informação cada vez maior devido aos avanços da tecnologia. Os investidores estão exigindo informações mais quantitativas e qualitativas para a tomada de decisão, além de maior atuação dos acionistas.
 
"O papel estratégico do RI surge como uma resposta para a criação de valor da empresa por meio da comunicação eficaz e gestão de eventuais lacunas na percepção dos mercados. Estudos no exterior apontam que um programa efetivo de RI pode gerar um prêmio médio de 10% de valorização, enquanto um programa ineficaz pode custar uma desvalorização de até 20%", afirma Mescher, da Deloitte.
 
Um número expressivo de respondentes (80%) destacou que a área de RI de sua organização consegue captar facilmente o "valor percebido" do mercado sobre sua empresa. No entanto, 75% dos participantes da pesquisa identificam uma lacuna entre as percepções de valor da empresa pela sua administração e por analistas e investidores, e ainda 25% caracterizam essa lacuna como grande. Em mais de 70% das empresas, os profissionais de RI ou os líderes da empresa são os principais responsáveis, sozinhos ou em conjunto, por gerenciar essa lacuna.
 
Na visão dos participantes da pesquisa, gerenciar, executar e equilibrar as expectativas das partes interessadas são as principais maneiras pela qual a área de RI cria valor ao seu negócio. Na sequência, estão os aspectos ligados à divulgação de informações, fortalecendo a visão que o profissional de RI tem de si como comunicador.
 
Enquanto 66% dos profissionais de RI acreditam que, quando comunicados de forma eficaz, os resultados financeiros da empresa têm maior impacto sobre o preço das ações, as divulgações relativas a planos estratégicos aparecem em segundo (39%) e os resultados dos eventos pontuais, como aquisições, em terceiro lugar (38%). Para os estrategistas e catalisadores, a distância relativa entre os resultados financeiros e informações estratégicas é muito menor do que para comunicadores e operadores, refletindo a crescente importância e demanda para essas informações. Notável é o pequeno efeito atribuído para divulgação de guidance, citado por apenas 9% dos respondentes.
 
"O alinhamento entre a administração e o mercado é um componente crítico do valor de mercado de uma organização. Para diminuir eventuais lacunas que existem entre essas visões, internas e externas, é preciso estruturar um modelo que, além da divulgação de informações, busque o equilíbrio de expectativas e o engajamento das partes interessadas", diz Bruce Mescher.
 
RI nas pequenas e médias empresas

As organizações de menor porte são as que mais apresentam desafios na estruturação e na percepção estratégica e de valor para a função de RI. Por outro lado, esse grupo apresenta interesse em conhecer melhor o mercado e se preparar com uma estrutura sólida de gestão e governança para receber investimentos ou até mesmo abrir capital.
 
É quase unânime entre os respondentes a importância de estruturação de uma área de RI para as empresas fechadas. Segundo 61% das organizações, este é um passo importante antes do processo de entrada na bolsa de valores. Muitas vão além: estruturar a área de RI para empresas de capital fechado ou que ainda não tenham interesse em abrir capital, é visto como importante para 38% das empresas.
 
Quando você considera válida a criação de uma área de RI para empresas de capital fechado? (em % dos respondentes)
 


 
Essa estruturação pode se reverter em vantagens competitivas, uma vez que permitirá às empresas de qualquer porte - e mesmo que não tenham interesse imediato em abrir o capital - mais oportunidades de captar recursos para financiar seu crescimento, na forma de emissão de títulos de dívida, como debêntures, ou injeção por meio de fundos de venture capital e private equity.
 
Metodologia da pesquisa
A pesquisa foi realizada com profissionais ligados à área de RI de 104 empresas que atuam no Brasil, entre os meses de abril e maio de 2014. Entre a amostra, 36% é composta por empresas com faturamento superior a R$ 3 bilhões e 23% entre R$ 1 bilhão e 3 bilhões. A composição setorial é diversa, com destaque para os segmentos de Serviços de Transporte e logística, TI, Telecomunicações e demais serviços (20%) e serviços financeiros (19%).
 
Sobre a Deloitte
A Deloitte oferece serviços nas áreas de Auditoria, Consultoria, Consultoria Tributária, Financial Advisory e Outsourcing para clientes dos mais diversos setores. Com uma rede global de firmas-membro em mais de 150 países, a Deloitte reúne habilidades excepcionais e um profundo conhecimento local para ajudar seus clientes a alcançar o melhor desempenho, qualquer que seja o seu segmento ou região de atuação.
No Brasil, onde atua desde 1911, a Deloitte é uma das líderes de mercado e seus cerca de 5.000 profissionais são reconhecidos pela integridade, competência e habilidade em transformar seus conhecimentos em soluções para seus clientes. Suas operações cobrem todo o território nacional, com escritórios em São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Fortaleza, Joinville, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife, Ribeirão Preto e Salvador.
 
"Deloitte" refere-se à sociedade limitada estabelecida no Reino Unido "Deloitte Touche Tohmatsu Limited" e sua rede de firmas-membros, cada qual constituindo uma pessoa jurídica independente. Acesse www.deloitte.com/about para uma descrição detalhada da estrutura jurídica da Deloitte Touche Tohmatsu Limited e de suas firmas-membros.
 
Sobre o IBRI
 
O IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) foi criado em junho de 1997 com o objetivo de valorizar o papel da comunidade de profissionais de Relações com Investidores no Mercado de Capitais brasileiro, e contribuir para seu fortalecimento e aperfeiçoamento. Desde então, a entidade tem obtido resultados expressivos graças a um trabalho bem direcionado e baseado em uma estrutura administrativa que busca o máximo de eficiência.
 
Presente em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Sul, o Instituto é uma associação sem fins econômicos, que já congrega cerca de 500 profissionais - pessoas físicas, ligadas direta ou indiretamente à área de R.I. de algumas das principais companhias do País.
 
O Conselho de Administração é o órgão administrativo máximo do IBRI, sendo constituído por 09 membros. A Diretoria Executiva é indicada pelo Conselho para mandatos de dois anos e tem como estrutura: um presidente executivo, um vice-presidente e diretores regionais em SP, RJ, MG e Sul. Existem ainda, como órgãos permanentes, o Conselho Fiscal, o Comitê Superior de Orientação, Nominação e Ética, a Comissão Técnica e as Comissões de Divulgação, de Desenvolvimento Profissional, Internacional, Sustentabilidade e de Novos Associados.
 
O IBRI e a Apimec coordenam o CODIM - Comitê de Orientação para Divulgação de Informações ao Mercado - do qual participam outras dez entidades do mercado. O CODIM é um órgão que objetiva disseminar as melhores práticas de divulgação de informações pelas empresas.
 
A filosofia de trabalho do IBRI inclui a valorização de parcerias com entidades do mercado nacional e internacional que tenham objetivos em comum com a área de R.I.
Nesse sentido, o IBRI compreende que as parcerias desenvolvidas têm sido capazes de gerar valor para os associados, além de contribuir para enriquecer as discussões técnicas junto a órgãos oficiais - com os quais possui acordo firmado - como a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e instituições como a BM&FBOVESPA.
 

Mais informações:
Assessoria de Comunicação da Deloitte
In Press Porter Novelli
 
Andrea Donadio
andrea.donadio@inpresspni.com.br
Tel: 11. 3323-1581
 
João Costa
joao.costa@inpresspni.com.br
Tel: 11. 3323-3782
 
 
 
Assessoria de Comunicação do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores)
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Rodney Vergili /Jennifer Almeida / Jonathas Ruiz / Letícia Silvi
Tel: 11. 5081-6064 / 11. 5572-4563
Cel: 11. 9 9123-5962
rodney@digitalassessoria.com.br
Jennifer@digitalassessoria.com.br
Jonathas.ruiz@digitalassessoria.com.br
Leticia@digitalassessoria.com.br
 

 
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Papel estratégico e geração de valor são desafios para a área e profissionais de Relações com Investidores
Pesquisa organizada por Deloitte e IBRI aponta o cenário e o futuro da profissão de RI
 
O profissional de Relações com Investidores (RI) é um agente importante para a gestão equilibrada das expectativas dos diferentes públicos de interesse das empresas, bem como para a geração e preservação de valor junto aos acionistas e ao mercado. Esta é a principal conclusão do estudo "Comunicação com o mercado - Alinhamento estratégico para criação e preservação de valor", realizado com a participação de 104 executivos ligados à área pela Deloitte em parceria com o IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores).
 
No entanto, de acordo com o resultado do estudo, o papel do RI ainda é visto mais como comunicador (46%) do que estrategista (29%), mesmo atuando fortemente junto à liderança e ao Conselho de Administração. Esse indicador é reflexo de um processo de mudança ainda em curso quanto à percepção do perfil do profissional de RI. Se, no passado, o perfil mais operacional e comunicador era o mais comum para a área de RI, as novas demandas e realidades das empresas e do mercado estão exigindo cada vez mais um perfil de RI mais estratégico na interlocução com diversos públicos e investidores.
 
 

 
Bruce Mescher, sócio-líder da área de Auditoria para Serviços Integrados de Finance Transformation da Deloitte, aponta que a tendência é de consolidação do papel de estrategista, valorizando a função do profissional de RI. "O profissional de RI não deve apenas se preocupar com uma comunicação ágil com o mercado periodicamente. Hoje, o RI deve ter uma visão mais integrada e estratégica sobre os objetivos e o potencial da organização, conhecendo profundamente o negócio, sua estratégia e seus direcionadores de valor. Ainda mais importante, o RI deve alavancar este conhecimento e o feedback do mercado para influenciar a execução da estratégia e da tomada de decisões das empresas", exemplifica Mescher.
 
"As atividades de RI são estratégicas para a organização, pois consolidam as informações mais relevantes sobre a empresa e o mercado para o entendimento de seus diferentes públicos de interesse", afirma Geraldo Soares, presidente do Conselho de Administração do Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI).
 
Perfil do profissional e estrutura da área de RI
 
Essa nova realidade estratégica do RI está se refletindo no perfil dos profissionais e nas suas próprias estruturas. A formação do profissional é ampla, mas focada na área de negócios - notadamente Administração de Empresas (33%) e Economia (29%). Entre os entrevistados, 65% destacaram ter iniciado a carreira na área financeiro.
 
Isso também se reflete na importância relativa dada às atribuições consideradas mais importantes para o líder de RI - em que a capacidade de contribuir para a estratégia é tão relevante quanto a comunicação.
 
Tarefas e atribuições imprescindíveis para cada um dos cargos atuantes na área de RI
(em % dos respondentes; respostas múltiplas)
 

 
Os resultados do estudo também fornecem algumas perspectivas sobre as características do RI altamente estratégicas, que incluem interações de qualidade com a alta administração e participação em atividades de planejamento estratégico. Enquanto a interlocução da área de RI e a presidência da empresa (94%) e a sua participação no planejamento estratégico da organização (81%) são uma realidade para maioria dos participantes da pesquisa, os RIs que se consideram como estrategistas estão mais envolvidos em planejamento estratégico, alcançando 100% de afirmação, e têm interações com a alta administração com mais frequência, tipicamente diárias e mensais, em comparação com uma frequência trimestral para os operadores, comunicadores e catalisadores.
 
Esta forte interação dessas lideranças com presidente ou o Conselho de Administração pode ocorrer principalmente pelo fato do executivo realizar outra importante função executiva na organização. O acúmulo de funções é uma realidade para 72% das organizações, sendo que em mais da metade dos casos o profissional é também o diretor financeiro da empresa. Mais uma vez, os estrategistas se destacam como um RI que acumula uma outra função em 92% dos casos, comparado com 75% de operadores e 59% para os catalisadores e comunicadores.
 

 
"O desafio de transformar a percepção efetiva, por parte da alta administração, do aspecto estratégico da função de RI continua para muitas empresas. O reconhecimento pela alta administração das vantagens que as atividades do RI e o uso do seu conhecimento como interlocutor do mercado são a chave para o desenvolvimento sustentável dos negócios e para a geração de valor da empresa", aponta Mescher.
 
Geração e preservação de valor
 
Hoje, mais do que nunca, o papel do RI é fundamental, dados os fatores no ambiente de negócios, que podem afetar o desempenho da empresa e, finalmente, afetar o seu valor. As empresas estão crescendo em tamanho e complexidade e o ambiente econômico atual é caracterizado pela incerteza e volatilidade, com a velocidade da informação cada vez maior devido aos avanços da tecnologia. Os investidores estão exigindo informações mais quantitativas e qualitativas para a tomada de decisão, além de maior atuação dos acionistas.
 
"O papel estratégico do RI surge como uma resposta para a criação de valor da empresa por meio da comunicação eficaz e gestão de eventuais lacunas na percepção dos mercados. Estudos no exterior apontam que um programa efetivo de RI pode gerar um prêmio médio de 10% de valorização, enquanto um programa ineficaz pode custar uma desvalorização de até 20%", afirma Mescher, da Deloitte.
 
Um número expressivo de respondentes (80%) destacou que a área de RI de sua organização consegue captar facilmente o "valor percebido" do mercado sobre sua empresa. No entanto, 75% dos participantes da pesquisa identificam uma lacuna entre as percepções de valor da empresa pela sua administração e por analistas e investidores, e ainda 25% caracterizam essa lacuna como grande. Em mais de 70% das empresas, os profissionais de RI ou os líderes da empresa são os principais responsáveis, sozinhos ou em conjunto, por gerenciar essa lacuna.
 
Na visão dos participantes da pesquisa, gerenciar, executar e equilibrar as expectativas das partes interessadas são as principais maneiras pela qual a área de RI cria valor ao seu negócio. Na sequência, estão os aspectos ligados à divulgação de informações, fortalecendo a visão que o profissional de RI tem de si como comunicador.
 
Enquanto 66% dos profissionais de RI acreditam que, quando comunicados de forma eficaz, os resultados financeiros da empresa têm maior impacto sobre o preço das ações, as divulgações relativas a planos estratégicos aparecem em segundo (39%) e os resultados dos eventos pontuais, como aquisições, em terceiro lugar (38%). Para os estrategistas e catalisadores, a distância relativa entre os resultados financeiros e informações estratégicas é muito menor do que para comunicadores e operadores, refletindo a crescente importância e demanda para essas informações. Notável é o pequeno efeito atribuído para divulgação de guidance, citado por apenas 9% dos respondentes.
 
"O alinhamento entre a administração e o mercado é um componente crítico do valor de mercado de uma organização. Para diminuir eventuais lacunas que existem entre essas visões, internas e externas, é preciso estruturar um modelo que, além da divulgação de informações, busque o equilíbrio de expectativas e o engajamento das partes interessadas", diz Bruce Mescher.
 
RI nas pequenas e médias empresas

As organizações de menor porte são as que mais apresentam desafios na estruturação e na percepção estratégica e de valor para a função de RI. Por outro lado, esse grupo apresenta interesse em conhecer melhor o mercado e se preparar com uma estrutura sólida de gestão e governança para receber investimentos ou até mesmo abrir capital.
 
É quase unânime entre os respondentes a importância de estruturação de uma área de RI para as empresas fechadas. Segundo 61% das organizações, este é um passo importante antes do processo de entrada na bolsa de valores. Muitas vão além: estruturar a área de RI para empresas de capital fechado ou que ainda não tenham interesse em abrir capital, é visto como importante para 38% das empresas.
 
Quando você considera válida a criação de uma área de RI para empresas de capital fechado? (em % dos respondentes)
 


 
Essa estruturação pode se reverter em vantagens competitivas, uma vez que permitirá às empresas de qualquer porte - e mesmo que não tenham interesse imediato em abrir o capital - mais oportunidades de captar recursos para financiar seu crescimento, na forma de emissão de títulos de dívida, como debêntures, ou injeção por meio de fundos de venture capital e private equity.
 
Metodologia da pesquisa
A pesquisa foi realizada com profissionais ligados à área de RI de 104 empresas que atuam no Brasil, entre os meses de abril e maio de 2014. Entre a amostra, 36% é composta por empresas com faturamento superior a R$ 3 bilhões e 23% entre R$ 1 bilhão e 3 bilhões. A composição setorial é diversa, com destaque para os segmentos de Serviços de Transporte e logística, TI, Telecomunicações e demais serviços (20%) e serviços financeiros (19%).
 
Sobre a Deloitte
A Deloitte oferece serviços nas áreas de Auditoria, Consultoria, Consultoria Tributária, Financial Advisory e Outsourcing para clientes dos mais diversos setores. Com uma rede global de firmas-membro em mais de 150 países, a Deloitte reúne habilidades excepcionais e um profundo conhecimento local para ajudar seus clientes a alcançar o melhor desempenho, qualquer que seja o seu segmento ou região de atuação.
No Brasil, onde atua desde 1911, a Deloitte é uma das líderes de mercado e seus cerca de 5.000 profissionais são reconhecidos pela integridade, competência e habilidade em transformar seus conhecimentos em soluções para seus clientes. Suas operações cobrem todo o território nacional, com escritórios em São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Fortaleza, Joinville, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife, Ribeirão Preto e Salvador.
 
"Deloitte" refere-se à sociedade limitada estabelecida no Reino Unido "Deloitte Touche Tohmatsu Limited" e sua rede de firmas-membros, cada qual constituindo uma pessoa jurídica independente. Acesse www.deloitte.com/about para uma descrição detalhada da estrutura jurídica da Deloitte Touche Tohmatsu Limited e de suas firmas-membros.
 
Sobre o IBRI
 
O IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) foi criado em junho de 1997 com o objetivo de valorizar o papel da comunidade de profissionais de Relações com Investidores no Mercado de Capitais brasileiro, e contribuir para seu fortalecimento e aperfeiçoamento. Desde então, a entidade tem obtido resultados expressivos graças a um trabalho bem direcionado e baseado em uma estrutura administrativa que busca o máximo de eficiência.
 
Presente em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Sul, o Instituto é uma associação sem fins econômicos, que já congrega cerca de 500 profissionais - pessoas físicas, ligadas direta ou indiretamente à área de R.I. de algumas das principais companhias do País.
 
O Conselho de Administração é o órgão administrativo máximo do IBRI, sendo constituído por 09 membros. A Diretoria Executiva é indicada pelo Conselho para mandatos de dois anos e tem como estrutura: um presidente executivo, um vice-presidente e diretores regionais em SP, RJ, MG e Sul. Existem ainda, como órgãos permanentes, o Conselho Fiscal, o Comitê Superior de Orientação, Nominação e Ética, a Comissão Técnica e as Comissões de Divulgação, de Desenvolvimento Profissional, Internacional, Sustentabilidade e de Novos Associados.
 
O IBRI e a Apimec coordenam o CODIM - Comitê de Orientação para Divulgação de Informações ao Mercado - do qual participam outras dez entidades do mercado. O CODIM é um órgão que objetiva disseminar as melhores práticas de divulgação de informações pelas empresas.
 
A filosofia de trabalho do IBRI inclui a valorização de parcerias com entidades do mercado nacional e internacional que tenham objetivos em comum com a área de R.I.
Nesse sentido, o IBRI compreende que as parcerias desenvolvidas têm sido capazes de gerar valor para os associados, além de contribuir para enriquecer as discussões técnicas junto a órgãos oficiais - com os quais possui acordo firmado - como a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e instituições como a BM&FBOVESPA.
 

Mais informações:
Assessoria de Comunicação da Deloitte
In Press Porter Novelli
 
Andrea Donadio
andrea.donadio@inpresspni.com.br
Tel: 11. 3323-1581
 
João Costa
joao.costa@inpresspni.com.br
Tel: 11. 3323-3782
 
 
 
Assessoria de Comunicação do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores)
Digital Assessoria-Comunicação Integrada
Rodney Vergili /Jennifer Almeida / Jonathas Ruiz / Letícia Silvi
Tel: 11. 5081-6064 / 11. 5572-4563
Cel: 11. 9 9123-5962
rodney@digitalassessoria.com.br
Jennifer@digitalassessoria.com.br
Jonathas.ruiz@digitalassessoria.com.br
Leticia@digitalassessoria.com.br
 

 
Veículo: Dihitt
Data: 22/07/14
 

 
Papel estratégico e geração de valor são desafios para a área e profissionais de Relações com Investidores
Pesquisa organizada por Deloitte e IBRI aponta o cenário e o futuro da profissão de RI
 
O profissional de Relações com Investidores (RI) é um agente importante para a gestão equilibrada das expectativas dos diferentes públicos de interesse das empresas, bem como para a geração e preservação de valor junto aos acionistas e ao mercado. Esta é a principal conclusão do estudo "Comunicação com o mercado - Alinhamento estratégico para criação e preservação de valor", realizado com a participação de 104 executivos ligados à área pela Deloitte em parceria com o IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores).
 
No entanto, de acordo com o resultado do estudo, o papel do RI ainda é visto mais como comunicador (46%) do que estrategista (29%), mesmo atuando fortemente junto à liderança e ao Conselho de Administração. Esse indicador é reflexo de um processo de mudança ainda em curso quanto à percepção do perfil do profissional de RI. Se, no passado, o perfil mais operacional e comunicador era o mais comum para a área de RI, as novas demandas e realidades das empresas e do mercado estão exigindo cada vez mais um perfil de RI mais estratégico na interlocução com diversos públicos e investidores.
 
 

 
Bruce Mescher, sócio-líder da área de Auditoria para Serviços Integrados de Finance Transformation da Deloitte, aponta que a tendência é de consolidação do papel de estrategista, valorizando a função do profissional de RI. "O profissional de RI não deve apenas se preocupar com uma comunicação ágil com o mercado periodicamente. Hoje, o RI deve ter uma visão mais integrada e estratégica sobre os objetivos e o potencial da organização, conhecendo profundamente o negócio, sua estratégia e seus direcionadores de valor. Ainda mais importante, o RI deve alavancar este conhecimento e o feedback do mercado para influenciar a execução da estratégia e da tomada de decisões das empresas", exemplifica Mescher.
 
"As atividades de RI são estratégicas para a organização, pois consolidam as informações mais relevantes sobre a empresa e o mercado para o entendimento de seus diferentes públicos de interesse", afirma Geraldo Soares, presidente do Conselho de Administração do Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI).
 
Perfil do profissional e estrutura da área de RI
 
Essa nova realidade estratégica do RI está se refletindo no perfil dos profissionais e nas suas próprias estruturas. A formação do profissional é ampla, mas focada na área de negócios - notadamente Administração de Empresas (33%) e Economia (29%). Entre os entrevistados, 65% destacaram ter iniciado a carreira na área financeiro.
 
Isso também se reflete na importância relativa dada às atribuições consideradas mais importantes para o líder de RI - em que a capacidade de contribuir para a estratégia é tão relevante quanto a comunicação.
 
Tarefas e atribuições imprescindíveis para cada um dos cargos atuantes na área de RI
(em % dos respondentes; respostas múltiplas)
 

 
Os resultados do estudo também fornecem algumas perspectivas sobre as características do RI altamente estratégicas, que incluem interações de qualidade com a alta administração e participação em atividades de planejamento estratégico. Enquanto a interlocução da área de RI e a presidência da empresa (94%) e a sua participação no planejamento estratégico da organização (81%) são uma realidade para maioria dos participantes da pesquisa, os RIs que se consideram como estrategistas estão mais envolvidos em planejamento estratégico, alcançando 100% de afirmação, e têm interações com a alta administração com mais frequência, tipicamente diárias e mensais, em comparação com uma frequência trimestral para os operadores, comunicadores e catalisadores.
 
Esta forte interação dessas lideranças com presidente ou o Conselho de Administração pode ocorrer principalmente pelo fato do executivo realizar outra importante função executiva na organização. O acúmulo de funções é uma realidade para 72% das organizações, sendo que em mais da metade dos casos o profissional é também o diretor financeiro da empresa. Mais uma vez, os estrategistas se destacam como um RI que acumula uma outra função em 92% dos casos, comparado com 75% de operadores e 59% para os catalisadores e comunicadores.
 

 
"O desafio de transformar a percepção efetiva, por parte da alta administração, do aspecto estratégico da função de RI continua para muitas empresas. O reconhecimento pela alta administração das vantagens que as atividades do RI e o uso do seu conhecimento como interlocutor do mercado são a chave para o desenvolvimento sustentável dos negócios e para a geração de valor da empresa", aponta Mescher.
 
Geração e preservação de valor
 
Hoje, mais do que nunca, o papel do RI é fundamental, dados os fatores no ambiente de negócios, que podem afetar o desempenho da empresa e, finalmente, afetar o seu valor. As empresas estão crescendo em tamanho e complexidade e o ambiente econômico atual é caracterizado pela incerteza e volatilidade, com a velocidade da informação cada vez maior devido aos avanços da tecnologia. Os investidores estão exigindo informações mais quantitativas e qualitativas para a tomada de decisão, além de maior atuação dos acionistas.
 
"O papel estratégico do RI surge como uma resposta para a criação de valor da empresa por meio da comunicação eficaz e gestão de eventuais lacunas na percepção dos mercados. Estudos no exterior apontam que um programa efetivo de RI pode gerar um prêmio médio de 10% de valorização, enquanto um programa ineficaz pode custar uma desvalorização de até 20%", afirma Mescher, da Deloitte.
 
Um número expressivo de respondentes (80%) destacou que a área de RI de sua organização consegue captar facilmente o "valor percebido" do mercado sobre sua empresa. No entanto, 75% dos participantes da pesquisa identificam uma lacuna entre as percepções de valor da empresa pela sua administração e por analistas e investidores, e ainda 25% caracterizam essa lacuna como grande. Em mais de 70% das empresas, os profissionais de RI ou os líderes da empresa são os principais responsáveis, sozinhos ou em conjunto, por gerenciar essa lacuna.
 
Na visão dos participantes da pesquisa, gerenciar, executar e equilibrar as expectativas das partes interessadas são as principais maneiras pela qual a área de RI cria valor ao seu negócio. Na sequência, estão os aspectos ligados à divulgação de informações, fortalecendo a visão que o profissional de RI tem de si como comunicador.
 
Enquanto 66% dos profissionais de RI acreditam que, quando comunicados de forma eficaz, os resultados financeiros da empresa têm maior impacto sobre o preço das ações, as divulgações relativas a planos estratégicos aparecem em segundo (39%) e os resultados dos eventos pontuais, como aquisições, em terceiro lugar (38%). Para os estrategistas e catalisadores, a distância relativa entre os resultados financeiros e informações estratégicas é muito menor do que para comunicadores e operadores, refletindo a crescente importância e demanda para essas informações. Notável é o pequeno efeito atribuído para divulgação de guidance, citado por apenas 9% dos respondentes.
 
"O alinhamento entre a administração e o mercado é um componente crítico do valor de mercado de uma organização. Para diminuir eventuais lacunas que existem entre essas visões, internas e externas, é preciso estruturar um modelo que, além da divulgação de informações, busque o equilíbrio de expectativas e o engajamento das partes interessadas", diz Bruce Mescher.
 
RI nas pequenas e médias empresas

As organizações de menor porte são as que mais apresentam desafios na estruturação e na percepção estratégica e de valor para a função de RI. Por outro lado, esse grupo apresenta interesse em conhecer melhor o mercado e se preparar com uma estrutura sólida de gestão e governança para receber investimentos ou até mesmo abrir capital.
 
É quase unânime entre os respondentes a importância de estruturação de uma área de RI para as empresas fechadas. Segundo 61% das organizações, este é um passo importante antes do processo de entrada na bolsa de valores. Muitas vão além: estruturar a área de RI para empresas de capital fechado ou que ainda não tenham interesse em abrir capital, é visto como importante para 38% das empresas.
 
Quando você considera válida a criação de uma área de RI para empresas de capital fechado? (em % dos respondentes)
 


 
Essa estruturação pode se reverter em vantagens competitivas, uma vez que permitirá às empresas de qualquer porte - e mesmo que não tenham interesse imediato em abrir o capital - mais oportunidades de captar recursos para financiar seu crescimento, na forma de emissão de títulos de dívida, como debêntures, ou injeção por meio de fundos de venture capital e private equity.
 
Metodologia da pesquisa
A pesquisa foi realizada com profissionais ligados à área de RI de 104 empresas que atuam no Brasil, entre os meses de abril e maio de 2014. Entre a amostra, 36% é composta por empresas com faturamento superior a R$ 3 bilhões e 23% entre R$ 1 bilhão e 3 bilhões. A composição setorial é diversa, com destaque para os segmentos de Serviços de Transporte e logística, TI, Telecomunicações e demais serviços (20%) e serviços financeiros (19%).
 
Sobre a Deloitte
A Deloitte oferece serviços nas áreas de Auditoria, Consultoria, Consultoria Tributária, Financial Advisory e Outsourcing para clientes dos mais diversos setores. Com uma rede global de firmas-membro em mais de 150 países, a Deloitte reúne habilidades excepcionais e um profundo conhecimento local para ajudar seus clientes a alcançar o melhor desempenho, qualquer que seja o seu segmento ou região de atuação.
No Brasil, onde atua desde 1911, a Deloitte é uma das líderes de mercado e seus cerca de 5.000 profissionais são reconhecidos pela integridade, competência e habilidade em transformar seus conhecimentos em soluções para seus clientes. Suas operações cobrem todo o território nacional, com escritórios em São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Fortaleza, Joinville, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife, Ribeirão Preto e Salvador.
 
"Deloitte" refere-se à sociedade limitada estabelecida no Reino Unido "Deloitte Touche Tohmatsu Limited" e sua rede de firmas-membros, cada qual constituindo uma pessoa jurídica independente. Acesse www.deloitte.com/about para uma descrição detalhada da estrutura jurídica da Deloitte Touche Tohmatsu Limited e de suas firmas-membros.
 
Sobre o IBRI
 
O IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) foi criado em junho de 1997 com o objetivo de valorizar o papel da comunidade de profissionais de Relações com Investidores no Mercado de Capitais brasileiro, e contribuir para seu fortalecimento e aperfeiçoamento. Desde então, a entidade tem obtido resultados expressivos graças a um trabalho bem direcionado e baseado em uma estrutura administrativa que busca o máximo de eficiência.
 
Presente em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Sul, o Instituto é uma associação sem fins econômicos, que já congrega cerca de 500 profissionais - pessoas físicas, ligadas direta ou indiretamente à área de R.I. de algumas das principais companhias do País.
 
O Conselho de Administração é o órgão administrativo máximo do IBRI, sendo constituído por 09 membros. A Diretoria Executiva é indicada pelo Conselho para mandatos de dois anos e tem como estrutura: um presidente executivo, um vice-presidente e diretores regionais em SP, RJ, MG e Sul. Existem ainda, como órgãos permanentes, o Conselho Fiscal, o Comitê Superior de Orientação, Nominação e Ética, a Comissão Técnica e as Comissões de Divulgação, de Desenvolvimento Profissional, Internacional, Sustentabilidade e de Novos Associados.
 
O IBRI e a Apimec coordenam o CODIM - Comitê de Orientação para Divulgação de Informações ao Mercado - do qual participam outras dez entidades do mercado. O CODIM é um órgão que objetiva disseminar as melhores práticas de divulgação de informações pelas empresas.
 
A filosofia de trabalho do IBRI inclui a valorização de parcerias com entidades do mercado nacional e internacional que tenham objetivos em comum com a área de R.I.
Nesse sentido, o IBRI compreende que as parcerias desenvolvidas têm sido capazes de gerar valor para os associados, além de contribuir para enriquecer as discussões técnicas junto a órgãos oficiais - com os quais possui acordo firmado - como a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e instituições como a BM&FBOVESPA.
 

Mais informações:
Assessoria de Comunicação da Deloitte
In Press Porter Novelli
 
Andrea Donadio
andrea.donadio@inpresspni.com.br
Tel: 11. 3323-1581
 
João Costa
joao.costa@inpresspni.com.br
Tel: 11. 3323-3782
 
 
 
Assessoria de Comunicação do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores)
Digital Assessoria-Comunicação Integrada
Rodney Vergili /Jennifer Almeida / Jonathas Ruiz / Letícia Silvi
Tel: 11. 5081-6064 / 11. 5572-4563
Cel: 11. 9 9123-5962
rodney@digitalassessoria.com.br
Jennifer@digitalassessoria.com.br
Jonathas.ruiz@digitalassessoria.com.br
Leticia@digitalassessoria.com.br
 

 
Veículo: JorNow
Data: 22/07/14
 

 
Papel estratégico e geração de valor são desafios para a área e profissionais de Relações com Investidores
Pesquisa organizada por Deloitte e IBRI aponta o cenário e o futuro da profissão de RI
 
O profissional de Relações com Investidores (RI) é um agente importante para a gestão equilibrada das expectativas dos diferentes públicos de interesse das empresas, bem como para a geração e preservação de valor junto aos acionistas e ao mercado. Esta é a principal conclusão do estudo "Comunicação com o mercado - Alinhamento estratégico para criação e preservação de valor", realizado com a participação de 104 executivos ligados à área pela Deloitte em parceria com o IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores).
 
No entanto, de acordo com o resultado do estudo, o papel do RI ainda é visto mais como comunicador (46%) do que estrategista (29%), mesmo atuando fortemente junto à liderança e ao Conselho de Administração. Esse indicador é reflexo de um processo de mudança ainda em curso quanto à percepção do perfil do profissional de RI. Se, no passado, o perfil mais operacional e comunicador era o mais comum para a área de RI, as novas demandas e realidades das empresas e do mercado estão exigindo cada vez mais um perfil de RI mais estratégico na interlocução com diversos públicos e investidores.
 
 

 
Bruce Mescher, sócio-líder da área de Auditoria para Serviços Integrados de Finance Transformation da Deloitte, aponta que a tendência é de consolidação do papel de estrategista, valorizando a função do profissional de RI. "O profissional de RI não deve apenas se preocupar com uma comunicação ágil com o mercado periodicamente. Hoje, o RI deve ter uma visão mais integrada e estratégica sobre os objetivos e o potencial da organização, conhecendo profundamente o negócio, sua estratégia e seus direcionadores de valor. Ainda mais importante, o RI deve alavancar este conhecimento e o feedback do mercado para influenciar a execução da estratégia e da tomada de decisões das empresas", exemplifica Mescher.
 
"As atividades de RI são estratégicas para a organização, pois consolidam as informações mais relevantes sobre a empresa e o mercado para o entendimento de seus diferentes públicos de interesse", afirma Geraldo Soares, presidente do Conselho de Administração do Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI).
 
Perfil do profissional e estrutura da área de RI
 
Essa nova realidade estratégica do RI está se refletindo no perfil dos profissionais e nas suas próprias estruturas. A formação do profissional é ampla, mas focada na área de negócios - notadamente Administração de Empresas (33%) e Economia (29%). Entre os entrevistados, 65% destacaram ter iniciado a carreira na área financeiro.
 
Isso também se reflete na importância relativa dada às atribuições consideradas mais importantes para o líder de RI - em que a capacidade de contribuir para a estratégia é tão relevante quanto a comunicação.
 
Tarefas e atribuições imprescindíveis para cada um dos cargos atuantes na área de RI
(em % dos respondentes; respostas múltiplas)
 

 
Os resultados do estudo também fornecem algumas perspectivas sobre as características do RI altamente estratégicas, que incluem interações de qualidade com a alta administração e participação em atividades de planejamento estratégico. Enquanto a interlocução da área de RI e a presidência da empresa (94%) e a sua participação no planejamento estratégico da organização (81%) são uma realidade para maioria dos participantes da pesquisa, os RIs que se consideram como estrategistas estão mais envolvidos em planejamento estratégico, alcançando 100% de afirmação, e têm interações com a alta administração com mais frequência, tipicamente diárias e mensais, em comparação com uma frequência trimestral para os operadores, comunicadores e catalisadores.
 
Esta forte interação dessas lideranças com presidente ou o Conselho de Administração pode ocorrer principalmente pelo fato do executivo realizar outra importante função executiva na organização. O acúmulo de funções é uma realidade para 72% das organizações, sendo que em mais da metade dos casos o profissional é também o diretor financeiro da empresa. Mais uma vez, os estrategistas se destacam como um RI que acumula uma outra função em 92% dos casos, comparado com 75% de operadores e 59% para os catalisadores e comunicadores.
 

 
"O desafio de transformar a percepção efetiva, por parte da alta administração, do aspecto estratégico da função de RI continua para muitas empresas. O reconhecimento pela alta administração das vantagens que as atividades do RI e o uso do seu conhecimento como interlocutor do mercado são a chave para o desenvolvimento sustentável dos negócios e para a geração de valor da empresa", aponta Mescher.
 
Geração e preservação de valor
 
Hoje, mais do que nunca, o papel do RI é fundamental, dados os fatores no ambiente de negócios, que podem afetar o desempenho da empresa e, finalmente, afetar o seu valor. As empresas estão crescendo em tamanho e complexidade e o ambiente econômico atual é caracterizado pela incerteza e volatilidade, com a velocidade da informação cada vez maior devido aos avanços da tecnologia. Os investidores estão exigindo informações mais quantitativas e qualitativas para a tomada de decisão, além de maior atuação dos acionistas.
 
"O papel estratégico do RI surge como uma resposta para a criação de valor da empresa por meio da comunicação eficaz e gestão de eventuais lacunas na percepção dos mercados. Estudos no exterior apontam que um programa efetivo de RI pode gerar um prêmio médio de 10% de valorização, enquanto um programa ineficaz pode custar uma desvalorização de até 20%", afirma Mescher, da Deloitte.
 
Um número expressivo de respondentes (80%) destacou que a área de RI de sua organização consegue captar facilmente o "valor percebido" do mercado sobre sua empresa. No entanto, 75% dos participantes da pesquisa identificam uma lacuna entre as percepções de valor da empresa pela sua administração e por analistas e investidores, e ainda 25% caracterizam essa lacuna como grande. Em mais de 70% das empresas, os profissionais de RI ou os líderes da empresa são os principais responsáveis, sozinhos ou em conjunto, por gerenciar essa lacuna.
 
Na visão dos participantes da pesquisa, gerenciar, executar e equilibrar as expectativas das partes interessadas são as principais maneiras pela qual a área de RI cria valor ao seu negócio. Na sequência, estão os aspectos ligados à divulgação de informações, fortalecendo a visão que o profissional de RI tem de si como comunicador.
 
Enquanto 66% dos profissionais de RI acreditam que, quando comunicados de forma eficaz, os resultados financeiros da empresa têm maior impacto sobre o preço das ações, as divulgações relativas a planos estratégicos aparecem em segundo (39%) e os resultados dos eventos pontuais, como aquisições, em terceiro lugar (38%). Para os estrategistas e catalisadores, a distância relativa entre os resultados financeiros e informações estratégicas é muito menor do que para comunicadores e operadores, refletindo a crescente importância e demanda para essas informações. Notável é o pequeno efeito atribuído para divulgação de guidance, citado por apenas 9% dos respondentes.
 
"O alinhamento entre a administração e o mercado é um componente crítico do valor de mercado de uma organização. Para diminuir eventuais lacunas que existem entre essas visões, internas e externas, é preciso estruturar um modelo que, além da divulgação de informações, busque o equilíbrio de expectativas e o engajamento das partes interessadas", diz Bruce Mescher.
 
RI nas pequenas e médias empresas

As organizações de menor porte são as que mais apresentam desafios na estruturação e na percepção estratégica e de valor para a função de RI. Por outro lado, esse grupo apresenta interesse em conhecer melhor o mercado e se preparar com uma estrutura sólida de gestão e governança para receber investimentos ou até mesmo abrir capital.
 
É quase unânime entre os respondentes a importância de estruturação de uma área de RI para as empresas fechadas. Segundo 61% das organizações, este é um passo importante antes do processo de entrada na bolsa de valores. Muitas vão além: estruturar a área de RI para empresas de capital fechado ou que ainda não tenham interesse em abrir capital, é visto como importante para 38% das empresas.
 
Quando você considera válida a criação de uma área de RI para empresas de capital fechado? (em % dos respondentes)
 


 
Essa estruturação pode se reverter em vantagens competitivas, uma vez que permitirá às empresas de qualquer porte - e mesmo que não tenham interesse imediato em abrir o capital - mais oportunidades de captar recursos para financiar seu crescimento, na forma de emissão de títulos de dívida, como debêntures, ou injeção por meio de fundos de venture capital e private equity.
 
Metodologia da pesquisa
A pesquisa foi realizada com profissionais ligados à área de RI de 104 empresas que atuam no Brasil, entre os meses de abril e maio de 2014. Entre a amostra, 36% é composta por empresas com faturamento superior a R$ 3 bilhões e 23% entre R$ 1 bilhão e 3 bilhões. A composição setorial é diversa, com destaque para os segmentos de Serviços de Transporte e logística, TI, Telecomunicações e demais serviços (20%) e serviços financeiros (19%).
 
Sobre a Deloitte
A Deloitte oferece serviços nas áreas de Auditoria, Consultoria, Consultoria Tributária, Financial Advisory e Outsourcing para clientes dos mais diversos setores. Com uma rede global de firmas-membro em mais de 150 países, a Deloitte reúne habilidades excepcionais e um profundo conhecimento local para ajudar seus clientes a alcançar o melhor desempenho, qualquer que seja o seu segmento ou região de atuação.
No Brasil, onde atua desde 1911, a Deloitte é uma das líderes de mercado e seus cerca de 5.000 profissionais são reconhecidos pela integridade, competência e habilidade em transformar seus conhecimentos em soluções para seus clientes. Suas operações cobrem todo o território nacional, com escritórios em São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Fortaleza, Joinville, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife, Ribeirão Preto e Salvador.
 
"Deloitte" refere-se à sociedade limitada estabelecida no Reino Unido "Deloitte Touche Tohmatsu Limited" e sua rede de firmas-membros, cada qual constituindo uma pessoa jurídica independente. Acesse www.deloitte.com/about para uma descrição detalhada da estrutura jurídica da Deloitte Touche Tohmatsu Limited e de suas firmas-membros.
 
Sobre o IBRI
 
O IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) foi criado em junho de 1997 com o objetivo de valorizar o papel da comunidade de profissionais de Relações com Investidores no Mercado de Capitais brasileiro, e contribuir para seu fortalecimento e aperfeiçoamento. Desde então, a entidade tem obtido resultados expressivos graças a um trabalho bem direcionado e baseado em uma estrutura administrativa que busca o máximo de eficiência.
 
Presente em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Sul, o Instituto é uma associação sem fins econômicos, que já congrega cerca de 500 profissionais - pessoas físicas, ligadas direta ou indiretamente à área de R.I. de algumas das principais companhias do País.
 
O Conselho de Administração é o órgão administrativo máximo do IBRI, sendo constituído por 09 membros. A Diretoria Executiva é indicada pelo Conselho para mandatos de dois anos e tem como estrutura: um presidente executivo, um vice-presidente e diretores regionais em SP, RJ, MG e Sul. Existem ainda, como órgãos permanentes, o Conselho Fiscal, o Comitê Superior de Orientação, Nominação e Ética, a Comissão Técnica e as Comissões de Divulgação, de Desenvolvimento Profissional, Internacional, Sustentabilidade e de Novos Associados.
 
O IBRI e a Apimec coordenam o CODIM - Comitê de Orientação para Divulgação de Informações ao Mercado - do qual participam outras dez entidades do mercado. O CODIM é um órgão que objetiva disseminar as melhores práticas de divulgação de informações pelas empresas.
 
A filosofia de trabalho do IBRI inclui a valorização de parcerias com entidades do mercado nacional e internacional que tenham objetivos em comum com a área de R.I.
Nesse sentido, o IBRI compreende que as parcerias desenvolvidas têm sido capazes de gerar valor para os associados, além de contribuir para enriquecer as discussões técnicas junto a órgãos oficiais - com os quais possui acordo firmado - como a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e instituições como a BM&FBOVESPA.
 

Mais informações:
Assessoria de Comunicação da Deloitte
In Press Porter Novelli
 
Andrea Donadio
andrea.donadio@inpresspni.com.br
Tel: 11. 3323-1581
 
João Costa
joao.costa@inpresspni.com.br
Tel: 11. 3323-3782
 
 
 
Assessoria de Comunicação do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores)
Digital Assessoria-Comunicação Integrada
Rodney Vergili /Jennifer Almeida / Jonathas Ruiz / Letícia Silvi
Tel: 11. 5081-6064 / 11. 5572-4563
Cel: 11. 9 9123-5962
rodney@digitalassessoria.com.br
Jennifer@digitalassessoria.com.br
Jonathas.ruiz@digitalassessoria.com.br
Leticia@digitalassessoria.com.br
 


Veículo: Jornal da Comunicação Corporativa
Data: 21/07/14
 

 
MZ patrocina o maior evento de RI na América Latina

16º Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais acontece nos dias 22 e 23 de julho em São Paulo
A MZ, empresa do Grupo Attitude, maior companhia independente do mundo em relações com investidores e líder em inovação no mercado de comunicação financeira, patrocina o 16º Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais, maior evento de Relações com Investidores da América Latina, que acontece nos dias 22 e 23 de julho, na Fecomercio, em São Paulo.

O Encontro é realizado conjuntamente pela ABRASCA (Associação Brasileira das Companhias Abertas) e pelo IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores). As apresentações durante o evento serão divididas em seis painéis, que discutirão assuntos como perspectivas da macroeconomia e do mercado de capitais na América Latina, gestão de crise e inteligência de Relações Institucionais nas empresas, entre outros.

"O crescimento do número de empresas na bolsa de valores nos últimos anos impulsionou a procura por serviços que aprimorem a comunicação com os investidores. Nesse cenário, o Encontro torna-se uma excelente oportunidade para discutir o papel da área de RI nas companhias e avaliar as perspectivas e tendências do setor", afirma Márcio Veríssimo de Moraes, diretor de operações da MZ.

A abertura do evento acontece no dia 22 de julho, às 8h30 com a presença de Leonardo Pereira, presidente da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), Antonio D. C. Castro, presidente da ABRASCA e Geraldo Soares, presidente do Conselho de Administração do IBRI.

André Dorf, CEO da CPFL Renováveis; Caio Marcelo de Medeiros Melo, Superintendente de Mercado de Capitais do BNDES; Luiz Fernando Rolla, Diretor de Finanças e Relações com Investidores da CEMIG; e Barbara Gasper, Vice-Presidente de RI da Mastercard são alguns dos executivos que participarão do evento

Serviço:
16º Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais
Datas: 22 e 23 de julho
Local: Fecomercio
Endereço: Rua Dr. Plinio Barreto, 285 - Bela Vista - São Paulo - SP
Mais informações: www.encontroderi.com.br